quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Minha gente, eu só queria saber o porquê deste template ter o nome de "Ms. (?) Moto". Só isso.

Aí o cinza é o Mr. Moto e o verde é o Son of Moto. Ah sim.

Houston?

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

I'm bringin' sexy back. Yeah!

ÊÊÊ... será que alguém ainda lê mesmo essa budega?

Se sim, FELIZ ANO NOVO, minha gente!!! Eu tardo mas não falho.

Anyway, não venho aqui dizer nada de interessante. No mais, só pra mostrar que eu não morri e que minha vida social noturna está mais que abalada, uma vez que temos uma piauiense desprovida de cérebro no Big Bosta Brasil. Claro que não perderei por nada a pessoa que mora na França e escreve EuroUpa. Plagiando as pessoas do TDUD, "oi, super te dou um livro de Geografia?" Diversão de graça em horário nobre, minha gente! Nunca serão, hein?

Sem resoluções de ano novo! Não vou fazer regime, mas pretendo entrar na academia =x. É sempre no mês de março, people. Eu entro em março e em junho estou quase entrando em depressão. hehehe Claro que esse ano não vou fugir à regra.

Beijosmeliguemqueagoraeuvoumudarmeulayout!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Até a próxima primavera

Partiu praia.

A quem interessar possa.

Feliz início de ano.

A quem interessar possa também!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Conversa de botequim

Júlio e Romano se encontram sempre às 19:30 no botequim da esquina de casa.

-Porra Romano, e essa chuva aí, meu irmão? Atrapalha demais a nossa vida, né?
-Eu gosto! Da chuva e de coisas atrapalhando a minha vida. Assim sobra tempo pra vir no bar.
-Como assim, Romano? Tu tá no bar todo santo dia, chegado! Desde quando precisa chover pra tu vir tomar birita?
-Quando chove eu me sinto verdadeiramente inspirado a tomar cachaça. No calor eu tomo só pra amenizar a temperatura.
-Romano, velho... tu é mermo uma figura. No calor, toma pra esfriar, no frio toma porque se sente inspirado. Todo bêbado tem uma desculpa mermo, né?
-E a tua, Júlio? Qual é a tua pra não fazer nada o dia inteiro e vir pra cá todo dia às sete horas biritar?
-Ué, eu não tenho uma. Eu venho porque eu gosto do muquifo, ora!
-É, parceiro. É isso aí mesmo. Eu pelo menos ainda tenho duas desculpas.

(...)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mais 8 coisas aleatórias sobre mim

Não necessariamente DITAS por mim. Enjoy it!

1) “ela é dependente de manteiga de cacau”
(Maria Clara Paz)

2) “eu realmente sinto medo da Natália quando a noite se aproxima... não que ela se torne tarada ou ninfomaníaca... é que ela começa a sentir saudades do Harmonia do Samba, e isso realmente me deixa amedrontado!!!”
(Flávio Meireles)

3) “cara, tu sabe coisas de carro mais do que muitos homens. tipo: pegar no tranco, trocar pneu. e isso realmente me espanta (e alegra, pq eu sei q se tu tiver cmg no carro, vai tá tudo bem!)”
(Franciane Barbosa)

4) “a natália é a pessoa que mais serve no mundo pra fazer trabalhos universitários cmg. Porque ela tem preguiça, mas ela tem consciência..exatamente como eu kkkkk. eu pensei em dizer q ela tb é pessoa que eu conheço que mais dá valor ao pai e a mãe. tudo do jeitim dela.coisa bonita. bonita mesmo”
(Sanmya Meneses)

5) “A Natalia é uma pessoa que sempre tem um "e ai, viado!" pra dar. Um carinho, um abraço,um afago pra receber. Uma frase amiga qdo se precisa. Uma briga escrota qdo necessaria. Ela eh assim mesmo . . curta e grossa, e única; e insubstituivel; e indizivel.”
(Ennio Sales)

6) “Eu estranho a capacidade dualística da natália de, num momento, ser extremamente sincera/bruta com pessoas desconhecidas ou não, criando a imagem de uma pessoa segura. E, noutras horas, encarnar a mais insegura para determinados assuntos.”
(Edson Costa)

7) “A natália eh amigan, divertidan e arrason. E a gente fala assim que nem retardadan puxando o "N", quase toda hora”
(Clarissa Poty)

8) “A Natália é a pessoa mais organizada que eu conheço. Tipo acho lindo as provas dela, onde ela cosnegue fazer o texto justificado, 1,5 entre as linhas numa folha sem pauta :-O E só ela presta atenção quando eu fico falando sozinha no meio das conversas :D”
(Luciana Dantas)


P.S.: “obviamente seu sotaque eh um deles.”
(Jader Pires)
P.P.S.: “a natália é incrivelmente cabeça-dura. chega a ser irritante... mas é positivo também. se ela quer uma coisa, ela faz, e faz do jeito dela.”
(Pedro Jansen)

O que eu mais gostei nisso tudo, foi que nada se repetiu. Para cada um dos 8 amigos que convivem comigo diariamente se ressalta esse ou aquele traço da minha personalidade.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Rolinhas, andorinhas, pardais...

Quando eu tinha uns 5 anos, minha mãe chegou em casa segurando uma gaiolinha com uma pássaro dentro. Eu lembro bem de ter olhado pra mão dela e, sem entender muita coisa ouvi-la dizer “olha minha filha, a mamãe trouxe um passarinho lindo pra você. É uma rolinha”.

Eu nunca tinha ouvido falar dessa tal de rolinha. Mesmo assim, peguei a gaiola, fui lá pra sala de casa e fiquei admirando o bicho a se debater naquele cubo minúsculo, feito com pedaços de madeira. Tinha uma cuia com água, outra com alpiste e um monte de cocô pelo chão do lar da rolinha. Achei aquelas condições de moradia tão indignas, que soltei a bicha no chão da sala.

Acho que ela estava com as asas cortadas, porque em vez de voar, ela saiu correndo (pulando) feito rolinha louca que era. E eu fui atrás dela. Ela pulava 8 vezes e eu dava um passo. Até que a perdi de vista. Eu era feliz de ter soltado a rolinha e ela não viver mais naquele cubo fedido, com um pouco de água e comida e muita merda. Mas, o cubo continuava lá, caso ela quisesse voltar.

Ela não voltou. Tempos depois eu descobri que ela gostava de ficar atrás da geladeira. Não sei... devia ser quente e ela devia se sentir bem por lá, com uma muralha de proteção e eventuais caroços de arroz que caíam por ali, por ser perto do fogão. Vai ver ela gostava mesmo era de lugares empoeirados e pouco arejados. Vai ver ela era suicida.

A empregava gostava de limpar atrás da geladeira. Mas, limpava tão bem, que quando foi colocar a geladeira de voltar no lugar, imprensou a rolinha que esteve lá todo o tempo em que ela limpava. Imprensou e machucou feio a bichinha.

Peguei o pássaro na mão e fui acordar meu pai, que devia estar de ressaca. Ele não estava bêbado, eu lembro. Ou pelo menos acho que lembro. Ele estava lá, lânguido (o pássaro), arfando de dor e de vontade de morrer logo, vai saber.

- Pai, pai!!! A fulana matou minha rolinha! Matou minha rolinha!
- Não matou, Natália.
-Tá viva, pai? - Arregalava os olhos cheios de esperança de reaver em ótimo estado meu primeiro bicho de estimação.
- Tá viva, mas não muito.

Começávamos a caminhar para a área externa da casa, onde tinha uma pia e uma torneira. E um saco de lixo.

- Ela tá viva, mas tá sofrendo muito! A gente não pode deixá-la sofrer desse jeito.
(Crect)
- Pai... tu matou minha rolinha?
- Ela já ia morrer, Natália. Eu só amenizei o sofrimento dela.
(...)
-Tabom, pai. Depois a mãe traz outra pra mim.

Foi assim a morte do meu primeiro bichinho de estimação. Sem velório, sem músicas fúnebres, sem enterro glorioso com roupas pretas e dia chuvoso. Ela foi pro saco de lixo, sem sentimentalismos, sem delongas.

Nesse dia, meio sem querer, eu aprendi o que mais tarde descobriria nos livros e artigos científicos como eutanásia. Minha rolinha realmente ia morrer, dava pra ver no olhar.

E nunca mais tive um pássaro que morasse atrás da geladeira. Nem empregadas...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O ato inoportuno que vale para toda uma vida

Aquela fumaça foi se infiltrando em cada brecha do escudo de madeira podre, tão calejada dos invernos e verões da vida dela. A Preta sorveu cada mm da extensão daquela fumaça densa e viu que fazia bem. As respostas vieram por cada poro da pele morena bronzeada, fruto de tanta exposição solar a que se prega aos verões. A pele, a alma, o coração respondiam verdadeiramente, apesar das reservas. Respondiam bem, não estavam intoxicados. Pelo contrário, a fumaça veio pra limpar. Porém, sem bem entender o que acontecia, a Preta via o fluido esvair-se, como toda boa fumaça, em doses cavalares da mais pura dispersão fumacê. O escudo podre? Talvez tenha terminado de apodrecer com as últimas chuvas fora de época, pois já não se encontrava na mesma posição. Nem pra oferecer a mínima resistência que fosse àquela dispersão maligna à qual a Preta tanto temia. O resultado, já se sabe... Burra e tola Preta, volte já a ser invisível! De preferência ao som de Dança da Solidão na voz de Marisa Monte, que você não deve fazer a mínima idéia de quem seja. Algumas pessoas são assim como a Preta. Completamente desprovidas de tamanha erudição.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

20-05-2006*

Lá vai a Preta, manca. Mancando sem destino, sem direção. A preta acha um banco e senta. Não é muito confortável, mas já era de desconfiar uma vez que a composição do banco é cimentária. Senta. Senta e olha. Olha o povo. O povo sentado e parado, o povo sentado se movimentando, o povo pra lá e pra cá à pé e o povo pra lá e pra cá nos seus carros. E a Preta começa a abstrair-se da realidade. Ficam somente as imagens e os sons. Os pensamentos ficam vazios, muito vazios. É como estar morrendo afogado, bem no limiar entre a consciência e o desmaio. A pessoa escuta, vê, mas não pode fazer nada. Foi assim com a Preta. Então, ela retomou a consciência, porém, ainda bem longe do mundo de vai e vem. Era uma pensamento meio surdo, um pensamento com conversas alegres de mototaxistas de fundo. Foi então que a Preta começou a idealizar algum maníaco vindo por trás e esfaqueando sua jugular. Ela não quer morrer, só quer pensar se alguém notaria. E, quando ela olha ao redor, vê meia dúzia de pessoas esperando, outra meia dúzia conversando e uma dúzia e meia fazendo uma espécie de barulho estranho dentro de uma coisa. Então ela vê que ninguém veria nada e que ela estava ali sozinha. Depois ela ficou invisível.


*Data de criação deste texto.




É tão bom olhar pra trás e ver que quase nada mudou. Nem a Preta. Ah, Preta! Como és insignificante!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Saudações para 2008


O final do ano chega e lá vêm todas as mesmas questões que me assolam nessa época do ano. Fiz o que deveria ter sido feito? Vivi o bastante? Fiz a diferença na vida de alguém? Coloquei em prática algum projeto? Li o bastante? Escrevi o bastante? Fui feliz o bastante?

A resposta é não! Pra todas as questões. E é o que deveria ser. Realmente nada teria sentido se eu tivesse alcançado todos os meus objetivos esse ano. Eu estaria pronta pra morte. Coisa que eu pretendo nunca estar.

O balanço que eu faço desse ano é bom. Nem ruim nem ótimo. Foi bom. Conheci ótimas pessoas, ótimos lugares, ótimas sensações, novas e velhas sensações. Redescobri o que achava estar perdido, fiz amigos, viajei. Vivi. Não o bastante para a minha sede de vida, mas vivi! Mas, continuo precisando me descobrir. Confesso que o objetivo maior da minha vida anda um pouco distante de se concretizar. Enquanto isso eu sigo tentando.

Não consegui terminar minha agenda, nem ler o quanto queria. O computador e a minha filosofia da vontade saciada me atrapalharam um bocado, mas já fica de deixa pro próximo ano. E assim os anos vão passando. Com planos, projetos, vontades e agendas sempre adiados para o próximo ano.

Próximo ano é entremeios. Não é o ano em que eu passo no vestibular, nem o ano em que me formo. Não é o ano em que eu caso, nem o que eu vou embora. Não é o ano em que tenho filho, nem o que eu mudo de casa. Próximo ano é apenas o próximo ano. O que eu pago o bloco de TV, o que eu continuo indo ao curso de inglês, o que eu continuo passando calor em Teresina. O que minha vida continua a mesma coisa. Mas existem alguns aspectos nos quais eu posso fazer a diferença. O primeiro deles vai ser: não fazer planos. Próximo ano é ano de não ter planos. De perder a estabilidade da estrada com início e fim. Próximo ano começa dia 1º de janeiro e não sei quando termina.

Viagens, shows, ficas, namoros, mudanças, livros, filmes, agendas? Não. Não sei o que será do meu próximo ano. Pessoas, relações, amor, paixão? Também não! Não sei. Não espero nada desse ano que a soma dos algarismos dá 1. O número do início. Não quero estigmas pro ano do início, pro meu ponto de partida. E assim será. Até 2008 acabar.

O post não é adiantado coisa nenhuma. Repenso a data de início do meu novo ano. Acho que ela mudou pra 06 de dezembro de 2007. Ok. Aqui começa 2008 e eu estou indo ali pintar minhas unhas de vermelho carmim, que é a cor que mais fala da minha alma nesse instante, ao som de Mombojó, aproveitando pra pensar sob esse céu cinza que insiste em me perseguir há 2 dias quase seguidos mandando relâmpagos e chuviscos pro meu vazio particular. A Preta volta com força total!

Let the seasons begin.

domingo, 11 de novembro de 2007

Era pra ser só 8, mas...

10 coisas aleatórias sobre mim: (Porque não consegui ficar só com 8. Deviam ser 80.)

1- Tento lutar contra isso, mas nunca consegui vencer o vício de capitalismo que existe dentro de mim. Eu gosto de comprar pelo simples prazer de comprar. Isso explica porque na minha estante tem livros e dvds que nunca li nem assisti, e no guarda-roupa roupas e calçados que nunca usei. Mas isso não quer dizer que eu tenha muitas roupas e calçados; só quer dizer que eu compro coisas que já sei que não vou usar porque são muito ruins ou feias.

2- I’m a collectooooorr!!! Mentira. Não sou, mas tento ser. Adoro coisas de séries, coleções de revistas e de editoras. Mas só gosto de colecionar coisas úteis, nada de adesivos, selos ou figurinhas de futebol. Sim para filmes, livros, cds e dvds. \baba

3- Viajar deveria ser a minha profissão. Nas viagens nada é caro, nada é ruim, ninguém pode me estressar, porque é a coisa que eu mais amo fazer nessa vida. Nas viagens eu consigo construir laços fortes e passageiros, do jeitinho que eu gosto que aconteça.

4- Sofro de otimismo patológico. É um otimismo que me suga todas as energias. Pra mim, as coisas só não têm mais jeito quando elas acabam ou quando eu morrer mesmo. Daqui pra lá, dá pra ajeitar. Hahaha. Exemplo disso é que da última vez que minha avó foi pra França, eu só deixei de acreditar que ela ia me fazer uma surpresa e aparecer com uma passagem pra mim também, quando vi o avião decolar. =~ Pobre criança. Eu tinha 13 anos. É desse jeito com a universidade, com o amor, com a família, com tudo!!!

5- Nunca me achei a melhor em nada. Até a 8ª série eu não tinha ficado de recuperação e isso me bastava. No 1º ano eu reprovei. Sempre fui aluna e filha mediana. Mas, de uns tempos pra cá, me considero a melhor amiga que alguém pode ter. Se você me pedir, eu vou te dar atenção, carinho, sábias palavras, e até ficar calada quando você n quiser que eu fale. Faço isso com prazer!!!

6- Rainha da procrastinação? O nome dela é Natália Alves de Oliveira Vaz. Eu nunca, NUNCA consigo fazer nada adiantado. Mesmo que aconteça um milagre e eu termine antes da última hora, eu vou desmanchar pq não ta bom e fazer outro pra entregar no cagar dos pintos. Essa sou eu. Deadline me abrace forte e me leve com você, porque eu só funciono sob pressão! Adio tudo mesmo. Capaz de eu adiar até a hora da minha morte.

7- No dia em que alguém me vir chorando e perguntar o por quê e eu disser que é de tristeza, pode mandar jogar água fervendo em mim. Eu nunca, NUNCA MESMO choro por tristeza. Só a raiva me faz chegar a esse extremo, que é o choro.

8- Tenho problemas de confiança com everybody, menos com meu pai. Só confio nele. É a única pessoa MÊS-MO! Não consigo acreditar piamente em ninguém. Na minha mente as pessoas sempre vão me esconder e/ou mentir sobre algo. E eu sempre torço pra que elas escondam, porque mentir é o mesmo que declarar que não quer ser meu amigo. Eu tenho nojo de quem mente. NOJO. De falsidade também.

9- Sempre que alguma coisa não vai bem comigo, eu ajeito o quarto. Portanto, se você chegar na minha casa e tudo estiver uma bagunça, sapato pra todo lado, roupa em cima do computador e a cama revirada do avesso, fique feliz. Isso quer dizer que a Natália anda muito contente.

10- Sou viciada em Internet. Viciada mesmo!!! Consigo passar mais de 2 horas na frente do computador sem fazer absolutamente nada. A primeira coisa q eu faço quando acordo é ligar o computador. Antes de banhar, tomar café, ou até mesmo de desligar o ar condicionado, eu taco o dedo no botão da cpu. Depois eu me sinto à vontade pra fazer as outras coisas. =D

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

IDEAL MATCH (ES) \hihihi


hahaha!!! Tô mals, hein? Acho que na vida real tô melhor...





Oh God. O destino é mesmo a solidão! \sad

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Today's fortune:

You have a friendly heart and are well admired

Thank you!

\brega6

terça-feira, 30 de outubro de 2007

el capitalismo foraneo

No ouvido: Queremos Paz - Gothan Project

Notícia empolgante: Brasil como sede da Copa de 2014. Até lá dá tempo eu fazer um texto ressaltando toda a inépcia desse país em receber até mesmo uma competição de pequeno porte por conta da burocracia que pára nossa vidas TODO-SANTO-DIA! No mais, a única coisa que posso adiantar é: nem que dessem 30 anos pro Brasil se preparar pra isso, não aconteceria (á) sem vexames, produção incompetente, atrasos, fraude de licitações e coisas do tipo. Mas, estas são só previsões de alguém que não consegue imaginar como será o próprio dia seguinte.

As únicas expectativas que posso nutrir serão a de que o ridículo desse país não me decepcionará (de novo) e que ele vá lá, escrever pra caralho como só ele sabe fazer. Tô aqui colocando toda a minha espiritualidade e misticismo nos votos de que você vá lá e arrase. Mostre que piauiense também faz bem feito. A parte do misticismo era só pra dar um plus a mais.

Vamos agora ao que interessa

Depois de 4 longos dias, eis-me aqui na tentativa de resumir o que foi conhecer outra cidade, outro povo, outras gírias, outro tempo, outros caminhos, outros olhares.

Não adianta nada eu pensar, pensar, pensar, como fiz nas quase 12 horas de viagem de volta (entre espera e vôos) porque no final das contas sempre vou esquecer de algo, como sempre acontece.

A cidade é bonita e feia. É bonito ver o movimento, os passos apressados, a vida que não pára, a noite que não pára, o povo que não pára. É bonito ver como o tempo passou e levou consigo a vitalidade dos prédios, sua sobriedade, suas rijas colunas. O tempo mudou os costumes e o feio apareceu. De cima, só o começo, nada de fim.

Gente pede. Gente grande, gente pequena. Gente pobre pede dinheiro; gente rica, tempo. Gente magra pede comiga; os gordos, espaço. E a gente, de fora, pediu diversão. E que diversão. Diversão dia e noite, no frio e no calor, nos tempos em que as noites confundiam-se com os dias e até mesmo no frio havia uma forma de calor.

Quatro noites praticamente em claro, não me fizeram abdicar da diversão; as mais de 24 horas sem comer, não me fizeram despencar. Acho que a adrenalina foi liberada em altas quatidades e meu corpo me jogou numa espécie de emboscada. A água natural era bastante pra matar a sede. A temperatura ambiente era a ideal para dormir (até mesmo sem lençol). A água gelada do chuveiro servia pra acordar e fazer sentir vivo qualquer sentimento de euforia que fosse. A quente acalmava os ânimos e dava descanso às almas insones.

O objetivo da viagem? Nenhum! Quem pensa que fui só pra ir ao Tim Festival, engana-se. Fui pra conhecer a cidade, a gente de lá. Mesmo sem show eu iria. Se eu fui aos shows forçada? Nem um pouco. Eles foram apenas mais um capítulo da experiência que eu mais aprecio nessa vida. Mais até do que o amor. A viagem te faz conhecer, admirar, alimenta tua alma e tua memória, abre teus olhos.

Depois de tudo isso, só tenho a agradecer e esperar ir a outro lugar bem longe no próximo verão. Se der pra ver o show da Björk, gritar e pular ao som quase infame de The Killers, passar frio às 5h da manhã do dia em que viajo de volta, não dormir mais que 6 horas ao todo, ver o amigo querido, fazer outros tantos tão queridos quanto os que fiz nessa, acho válido.

Quero mais barzinho, mais festas privès, mais conversas na madrugada fria, mais shows que amo, mais gente legal à minha volta, mais Amy Winehouse no carro e etc...

No ouvido: Para Mais Ninguém - Marisa Monte.

Depois posto sobre os shows...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

PARTIU

Tim Festival...









A quem interessar possa.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

DEVER DE CASA

Tarefa de casa passada por ela e por ela.

a) pegar um livro próximo (próximo, não procure).
b) abrir na página cento e sessenta e um.
c) procurar a quinta frase completa.
d) postar essa frase em seu blog.

observação
a) não escolher a melhor frase nem o melhor livro.observação
b) repassar para outros cinco blogs (facultativo nessa jurisdição).

Livro: Entre Ossos e a Escrita - Maytê Proença

(Só tem até a página 158)

Alguma outra alternativa? ¬¬

Post editado em 23:59, depois dos comentários dela e dela.

Nat diz:
amiga, pq tu escolheu a 143?

Clementine, The Tangerine diz:
porque sabia que todo mundo ia dizer 61

Clementine, The Tangerine diz:
e eu acho um número bonito

Amigan, tendo em vista este argumento, sou obrigada a concordar com ela. Desculpa. Então, aí vai a 5ª frase completa da página 143. =)

"No cartaz dos lençóis, nenhuma moça enrolada engolindo a gente com os olhos pra ensinar coisas que sabe fazer desde criancinha - apenas, curiosamente, o lençol mesmo."

The end.