Quando eu te perdi, não me dei conta de que isso tinha acontecido. Não sabia bem o que eu tinha feito e não entendia as tuas negativas a cada investida minha. Foi uma época ruim, porque eu sentia que tinha a todos e não tinha ninguém. Eu vivia numa época de conflitos internos e externos e gostava de te contar tudo o que se passava, mesmo que estivesses bem longe da minha realidade e dos meus amigos. A verdade é que sempre que eu pensava em um amigo, na minha mente vinha o teu nome. Sempre que eu pensava em palavras boas, lá vinha teu nome novamente afagar meus pensamentos com a certeza de que tu estarias sempre lá. Eu te mandava mensagens no meio da noite quando acordava de um pesadelo e tu sempre respondias. Quando o dia tava frio (como hoje) nós saíamos pra conversar besteiras e aproveitar o tão curto espaço de tempo em que essa cidade brilha com céu cinza. O telefone sempre tocava, sempre mesmo, qualquer hora que fosse. E aí, eram hooooras de falação de besteira e, ao final, eu sempre desligava o telefone com a impressão de que, por mais que eu mudasse minhas atitudes para me proteger, por vezes me mostrando um pouco má, eu era uma pessoa boa. Não combinávamos em muitas coisas, é verdade. Porém, era isso que dava sentido a tudo. Tu querias ser assim e eu te ensinava a ser assado e vice-e-versa. Os anos passaram, nós mudamos (e muito) e eu senti muita vontade de te escrever isso várias vezes, mandar pro teu e-mail, te fazer ler a verdade que tu merecias saber pra não me igualar a ti, que me privou dela o quanto pôde. Mas tudo o que eu fiz foi ligar no dia do teu aniversário. Ali eu percebi que não daria o braço a torcer e que nada mais seria como antes. Eu não te mandei o e-mail, não te escrevi a carta, não te comprei presente, não te expliquei absolutamente nada. Só resolvi me proteger de quem viesse depois. Hoje, eu já não sinto mais nada por ti além de um carinho muito grande pela tua família, que sempre me acolheu e, agora tenho a possibilidade de provar, continua me acolhendo. Não tenho problemas em te desejar uma boa vida, que teus sonhos se realizem e que tu abras o olho para certas coisas e pessoas. Ao contrário do que podes pensar, eu ainda sei o que se passa na tua vida e a minha está repleta de pessoas que te cercam. Seria o destino me dizendo que eu devo, sim, dar o braço a torcer? Não sei. Se for, eu continuarei surda porque eu tenho certeza que isso não quero. Acontece que tudo volta fantasiado de outros olhos, outros pensamentos, outras más atitudes em relação à minha pessoa. E tudo vai acontecer de novo porque, desde que eu entendi o que havia acontecido, resolvi baixar a guarda logo agora. Só que, assim como foi contigo, eu não consigo deixar pra lá, eu não consigo não conversar, eu não consigo entender que estava certa e fiz tudo errado. Eu não consigo entender que tudo era, sim, volátil demais, e, o principal, não consigo não me arrepender de ter dito as mesmas tantas coisas que um dia escrevi na tua agenda. É! Parece que eu não tinha aprendido ainda. A minha vida pode não seguir sem os mesmos pensamentos de agora por alguns dias, mas ela vai seguir. Invariavelmente ela segue. Ainda resta carinho, preocupação, zelo, e esperança de que tudo volte, porque eu ainda guardo um pouco disso em mim. Mas é tão pouco que eu já começo a me entristecer com a perspectiva que tenho pra daqui uns dias (ou meses. Nunca anos). Ela é de que outra pessoa vai se transformar exatamente no que tu te transformastes pra mim. Um nick a mais no campo “pessoas aleatórias” do meu MSN. “Só não vá se perder por aí.” Eu não sei viver com o egoísmo de algumas pessoas e ponto final. |
sábado, 26 de janeiro de 2008
Carta para ninguém
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:11
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terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Das inúteis constatações about love (L)
Nat . diz: |
sábado, 19 de janeiro de 2008
Sobre cabelos e cantadas
O chato de você ter um cabeleireiro que não é gay é que a cantada dura exatamente o tempo de um corte e uma escova! |
Eu que disse
VALHA!!!
às
19:29
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Ano a ano
Na 5ª série eu só me fodia nas notas até que minha mãe descobriu que era porque eu não tinha sido feita pra estudar pela manhã. Fui pra tarde. Mas, o motivo era que o menino que eu olhava tava nessa turma. Mamãe nunca descobrirá. Na 6ª eu tinha um colega que eu espancava. Todos ficavam horrorizados e ele nunca falava nada. Nem posso dizer que é porque era apaixonado por mim, porque eu era confidente dele e ele gostava de uma das minhas melhores amigas. Acho que ele me considerava mesmo. Na 7ª nossa turma ganhou medalha de honra ao mérito por ser a turma mais unida, mais comportada e com melhores notas da escola. Foi nesse ano que eu descobri ser afim de um menino (a Sanmya até conhece), que também era apaixonado pela mesma amiga do tópico anterior (bitch?). Conheci a Micarina. Na 8ª eu me rebelei e pedi mudanças. Voltei pra manhã e virei uma mala sem alça. Foi nesse ano que eu conheci meu primeiro ex-namorado, que meus amigos de hoje se divertem tanto ao ouvir as histórias que eu conto dele. =P Voltei na Micarina. No 1º ano eu mudei de escola. Foi o ano em que eu mais saí e fiz amigos (?), conheci a Maria Clara, o Giovanni, a Clarissa, o Juarez, o Iago, etc. Todo mundo! Foi o ano em que eu me apaixonei perdidamente pela primeira vez. Quase morro na Micarina. No 1º ano de novo (sim, eu reprovei) eu tinha um namorado, minha vida se acalmou, eu era estudiosa, e voltei pro turno da tarde. Acho que minha mãe tinha razão. Eu realmente não tinha sido feita pra estudar no turno da manhã. Passei direto. Último ano de Micarina... e com o namorado. no 2º ano a escola "esqueceu" de me direcionar pra alguma turma e eu fiquei na pior delas, o tal do 2º C. Fiz uma amizade que hoje em dia tá distante, mas foi a única amizade de escola que sobrou (fora os que escolheram jornalismo na Federal). O nome dela é Paula e ela me deixa recados de vez em quando dizendo que tá com saudades (AMO!) No 3º ano, pra não perder o costume, fui pra sala mais vagabunda de todas. Talvez a pior que aquela escola já teve. Só tinha mala e no meio do ano ainda entrou mais um. Só que eu saí antes dele entrar. Não fui pro turno da tarde, mas fui pra uma turma menor, porque eu queria desistir do vestibular seriado (PSIU) e fazer o geralzão mesmo. Claro q isso não aconteceu. Ainda tava com o mesmo namorado do 1º ano. Depois eu passei pra Comunicação Social na Federal pra segundo período, peguei uma greve de 6 meses, logo, passei 1 ano coçando o saco. Agora tô com 2 anos de curso e dizem as más línguas que eu me formo no primeiro semestre do próximo. Eu só não sei o que vai ser feito de mim depois. N.E.: Esse post era pra ter "acontecido" ontem, mas eu fiquei com preguiça e ele só "nasceu" hoje. E isso foi inspirado num relato dela. Não é même, mas sinta-se à vontade pra fazer o seu. |
Eu que disse
VALHA!!!
às
22:40
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Da arte de ser só
Só queria um pouco de consideração Fragmento de pensamento, e talvez sentimento, encontrado em meio à bagunça de um milhão de coisas. P.S.: Eu digo é VALHA pra mim, escrevendo uma coisa dessas! =O |
Eu que disse
VALHA!!!
às
22:04
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Vocês sabem o que é Pequi? |
Eu que disse
VALHA!!!
às
19:33
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Eu que disse
VALHA!!!
às
18:07
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Vamos à continuação da enrolação nossa de cada dia. Estava cá a pensar que posso dar uma sigla pra esse blog, já que se trata de uma expressão. Com o soupagu era meio estranho, porque não era nada, sabe? Era só porque eu queria colocar Pagu e não tinha mais disponibilidade de endereço. Mas, com esse, eu posso dar uma de plágio do TDUD ou HTP e chamar o meu de ... EDEV (???) Não, minha gente. É muita cafonice pra um blog rosa só! Já vejo as piadas do tipo... "nossa, tá com tanto tempo que eu não leio o EDEV... aldo." Não! *decepção* =/ |
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:51
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Eu gosto mesmo é quando eu acho que sou a última das moicanas (ui!) a pegar num caderno pra estudar, e entram 2 pessoas no MSN que fizeram tanto quanto eu. Pheenas! ;) |
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:42
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Booom, foi assim. Eu senti uma dor na mão, sabe? Ela vinha só de quando em vez e tal e nunca me abalei. Só que ela veio essa semana dinovu e não quer mais ir embora, olha que danada. Aí, ontem, eu tava com a mãozinha enfaixaaaada, coisa e tal. E decidi que seria legal não ter mais um blog que me obrigasse a digitar muitas letrinhas, coisa e tal. Tá, eu sei que atualizo pouco pra caralho e que não deletei o MSN por causa da mão. Foi por essa falta de lógica e coerência que eu decidi trazer meu filho de volta. Mas só porque ele guarda várias fases da minha vida, foi o único que durou mais de um ano, mudou de nome umas 6 vezes, no mínimo, e agora ele é cor-de-rosa! Daí que quem não quiser ver coisa cor-de-rosa, não entra, taaaahhh??? Bjsnãomeliguemquenãovoumudaracor. (Suspiros) O outro motivo é porque eu tenho uma prova quinta-feira, prestei atenção que só nas aulas, tô com uma preguiça master de ler pela sexta vez todos os textos que eu li pra fazer uma resenha semana passada, não tem ninguém no meu msn, desde 11h que eu leio futilidades na Internet, e todas as coisas que eu poderia fazer pra enrolar mais um pouco se acabaram. Me restou ressuscitar o blog. Obrigada, Paulo Fernando. P.S.: Acho que eu gosto do número 6. Será uma espécie de TOC? Porque eu sempre achei que fosse com 8, meu TOC. Se bem que é melhor ter lido o texto 6 vezes (com a próxima que eu vou ler daqui a pouco) que 8, né? Se bem que eu acho que até amanhã às 16h eu já vou ter lido exatamente 8 vezes. oO Tchau, até o próximo post daqui a 5 minutos. |
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:25
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O que não é a falta do que fazer, não é mesmo |
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:21
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Minha gente, eu só queria saber o porquê deste template ter o nome de "Ms. (?) Moto". Só isso. |
Eu que disse
VALHA!!!
às
17:18
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
I'm bringin' sexy back. Yeah!
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Eu que disse
VALHA!!!
às
10:24
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Até a próxima primavera
Partiu praia. |
Eu que disse
VALHA!!!
às
01:14
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