Layout noooovo, e especialmente preparado por ela. \o/ Como mudou o gerenciador de comentários, sinto informar que todos os vossos comentários até aqui, jazem no limbo. Sorry! =/// |
domingo, 1 de julho de 2007
Porque a Lisa também tem algo de Pagu
Eu que disse
VALHA!!!
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quinta-feira, 28 de junho de 2007
SOBRE TODAS AS COISAS
Pelo amor de Deus Não vê que só é pecado Desprezar quem lhe quer bem Não vê que Deus até fica zangado Vendo alguém Abandonado Pelo amor de Deus Largando a reza de mão... Pois é. Estou [finalmente] conseguindo postar e vou fazer logo uma lista das coisas que preciso falar, logo, este post será gi-gan-tes-co! 1) Tenho ouvido muitos comentários acerca do blog e todos são iguais: ATUALIZA!!! 2) O jornal laboratório tem sido motivo de muitas preocupações pra mim; 3) Nunca gostei de não ter rotina e meu trabalho me exige e me impõe exatamente isso; 4) Preciso rever meus conceitos acerca das festividades juninhas/julhinas; 5) Estou sentindo falta de cuidar da beleza; 6) Descobri que as minhas melhores lembranças são das coisas que não comi; 7) Quando falo de comida começo a achar que as coisas não estão bem; 8) Quando minha mãe fala que preciso não levar a vida tão a sério, eu tenho certeza que elas não estão bem; 9) Gente que gosta de chamar a atenção me deixa doente; 10) A loucura da minha mente aumenta proporcionalmente à da minha vida; só isso pode explicar meus sonhos bizarros; 11) Como ter lp de 1991 sem um arranhão é maravilhoso! ;) 12) Não gosto de números ímpares. Como vocês podem perceber, este será um post bastante despretensioso e [muito provavelmente] sem término, porque já estou com sono. =D 1) Algumas pessoas fazem este pobre blog valer a pena me pedindo que o atualize. O fato é que quando tenho inspiração já está tarde [como hoje] e eu procuro sempre dormir cedo pra não morrer no dia seguinte. Além disso, eu gosto sempre de colocar fotinhas e no estágio não tenho muita paciência de procurá-las. Mas, confesso que até eu já estava enjoada de tanto olhar aquela foto de Friends. =D 2) Como eu sou a pessoa que A-DO-RA procrastinar, não combino com rotina produtiva nem de jornal laboratório, que só são 4 edições ao longo do período. Isso me leva a acreditar veementemente que se eu não passar num concurso público, morrerei de fome. E sim! eu sonho com carreira pública... algum problema? ^^ Aquele professor me cansa com aquele papo de sempre que não serve pra nada. Prefiro morrer de preocupação sozinha, no aconchego do meu lar, sonhando freneticamente que o jornal vem me dar um abraço em casa, a discutir com aquele VELHO [que, se duvidar, nem o pinto sobre mais] e perder o período. Porque eu sei que ele reprova mesmo. 3) Sou metódica e pessoas metódicas ODEIAM sair da rotina. Não de todas, claro. Rotina pode acabar um namoro, por exemplo. Mas eu não suporto o fato de chegar no trabalho e não saber o que tem pra eu fazer e ao longo do dia as pessoas chegarem desesperadas até mim, como se eu fosse Jesus, pra fazer um milagre. PORRA! Eu anoto tudo, TU-DÔ! Sou a verdadeira psicopata controladora dos gastos, do tempo, do espaço, de tudo!!! Acho que por isso tenho muitos problemas com o tempo. E preciso sempre de tudo bem explicadinho. Como se não bastasse, tenho a memória fraca. Acho que entrei no barco errado, hein? 4)Cara, chega a ser frustrante. Eu não gosto das festas, das quadrilhas e afins e nem sei por quê. É frustrante porque quando ia ter quadrilha na escola, eu era a primeira a colocar o nome para participar dos ensaios. Teve uma festinha que eu dancei em 3 apresentações, de tão fã que era da fina arte do requebrado desordenado infantil. O fato é que eu fiquei fresca até com as comidas, que eu adoraaava... morro de medo de infecções intestinais de 3 dias que podem evoluir pra uma diabetes aguda [=D]. Não sou hipocondríaca, mas a idéia de ter que tomar mais um comprimido além dos 3 diários que tomo, me impede até hoje de tomar um remédio pra alergia, do qual estou precisando muuuuuito!!! Então creme de galinha e vatapá, só de pessoas conhecidas. A paçoca e a maria izabel podem até ser, mas com a cara feia. Como diria meu amigo Flávio "Oh Houston... we have a problem". =D 5) Momento mulherzinhaaa. UUUUIIIII! =P Sinto falta mesmo, e aí? Depilaçãããão, fazer uuuuunhas com um esmalte de cor BEM forte, sombrancelhaaa (que na atual conjuntura, mais parece um bigode, como diria mamãe), massagem no cabelo e tudo o mais. Mas esse fim de semana promete, meu! Vou revolucionar, manow. Encubar o lado homenzinho que existe em mim. xD 6)Então meeeewww... essa descoberta foi quarta-feira, durante a comilança de sushi. Só pedi 10 porque todas as vezes que peço 12, como à força. Mas quarta eu não comeria à força se tivesse pedido 12. Ou comeria. Porque acho que só fiquei com vontade de comer mais porque não tinha. ¬¬ E agora? Peço sempre 10 ou 12? Oo 7)É sempre assim. Tem algo errado? Logo as pessoas vêm dizer "você está mais fortinha". Fortinha o #$¨¨%$&. Quadradinha é o nome, já que minhas pernas não engordam e eu sempre uso blusas sem serem coladinhas. Então as pessoas não me vêem fortificando com o nascimento do pânceps lateral! Shit! Nessa fases a geladeira vira meu refúgio e eu começo a tomar cerca de 5 cafezinhos pela parte da manhã. O prato de comida já não tem os mesmo limites de outrora e eu passo a evitar levar dinheiro pra universidade para não sucumbir. Mas acabo pedindo emprestado. Sou mesmo uma fraude! x( 8)[cara, isso não tem fim]"Você não precisa levar a vida tão a sério porque sabe que quando faz isso, você PIRA!" Isso realmente não é uma boa premissa vindo de mamãe que sempre sabe o que se passa com minha mente doentia. É aí que eu coloco o pé no freio da vida e começo a comer mais, pra ver se estando pesado, meu barco atola em algum banco de areia desses por aí. 9)A questão é: não existe maneira mais fácil, linda e útil de chamar a atenção que colocar uma fantasia de Carmem Miranda e pegar um ônibus lotado. Por favor, faça isso por mim! Não guento, mew. NÃO GUENTO!!! Quer ser exclusivo? Quer que todos olhem pra você? Quer que todos gostem de você? Quer ser amigo de TODOS? Sai daqui! Não gosto de você. You make me sick!!! 10) Esse eu pulo por ter conteúdo pessoal. =P Sou tímida, meu! Ah, páááááára Biaaaau! É não. Tô com preguiça mesmo. Em outro post coloco o sonho todo, mas vou avisando logo que detalhes serão omitidos. Só pessoas especiais o conhecerão por completo. =D 11)Este item fala por si só. 12)Esse também. UFAAAAAAAAAA!!!! Espero que esse post satisfaça por muito tempo. =) I dream about, how it's going to end Approaching me quickly Leaving a life of fear I only want my mind to be clear People, making fun of me For no reason but jealousy I fantasise about my death I'll kill myself from holding my breath Calma... foi só um momento revival... ;D |
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VALHA!!!
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segunda-feira, 11 de junho de 2007
TORQUATO
quarta-feira, 6 de junho de 2007
AQUELE DA BOLSA
Eu tentei encontrar no google uma bolsa que fosse feita com cartões telefônicos. Exatamente. Um monte de cartões, unidos por um crochê meio brega, formando um todo muito mais brega do que tudo o que você já conseguiu ver em sua curta existência, amigo. É ÓBVIO que eu não encontrei. :( Mas fica aqui toda a minha indignação por alguém ter tido uma idéia infeliz dessa. Já não nos bastavam as famigeradas tampas (abridores, empurradores, sei lá) de latinhas? Que servem para: abrir latas, fazer bolsas, cintos, faixas, serem bregas, ops... Alguém aí já ouviu falar em reciclagem? |
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VALHA!!!
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terça-feira, 29 de maio de 2007
O POST
Cara, não tenho a mínima vocação para títulos. Nem para legendas de fotos. Mas sei que não escreveria 'faser' em nenhum dos dois casos. É assim, uns não têm vocação, outro não têm atenção. Digo atenção porque sei que a pessoa não errou porque não sabia, e sim por um lapso. Mas mesmo assim doeu quando li. É muito estranha essa coisa de lidar com português, principalmente na profissão que escolhi. Tudo bem que um matemático ou físico não precisa ser um asno na língua pátria só porque lida com números. Até porque, a resolução de uma questão está intrinsecamente ligada à interpretação do seu enunciado. Portanto, matemáticos têm que saber se expressar, e muito bem, diga-se de passagem. A estrangeirização que vem acontecendo nos últimos tempos, principalmente no Brasil, pode ser considerada fruto da complexidade de nossa língua. A globalização exige que você saiba mais que os outros pra se destacar. Saber qualquer coisa, sem ser necessariamente com relação a línguas. Mas no que diz respeito aos idiomas, opino que é preciso que saibamos para quando precisarmos, e que não somos obrigados a substituirmos nossos termos por estrangeirismos. Não pela globalização. Mas a prática nos induz ao fato. A globalização pede praticidade e nós, meras marionetes de uma era que realmente não tem mais jeito, temos que obedecer. Por isso falamos comida "light" em vez de comida "sem gordura", e se falarmos comida "sem gordura" logo pensam que a comida foi feita sem óleo, que é uma coisa muito feia, degenerada e sem gosto. Mas "light" designa comida saudável e chique (pelo menos pra algumas pessoas). Esse papo de globalização já é meio batido mesmo. O que está na moda agora é aquecimento global. Queria eu ter uma bola de cristal pra ver que todas essas premonições acerca do futuro estão erradas. Acredito muito que existam mais 100 milhões de pessoas que nem eu no mundo, que quando acordam abrem a janela do quarto, em vez de acenderem a luz. Já passei o hábito para o meu pai. Só não sei quando vou conseguir tomar banho com pouca água. Já tentei banhar de balde, mas nem sempre tenho tempo disponível para a prática; e, se sobra água, ela fica muito fria pra banhar depois. Mas já comecei a banhar a cachorra com um baldinho também, em vez de deixar a mangueira derramando água um tempão. Mesmo sem incentivo da prefeitura - imaginem que são raros os lugares em que ando, que têm lixeiros relativamente perto uns dos outros - continuo preservando a cidade limpa dos meus lixos. Por conta disso tenho uma coleção de garrafas pet de água mineral e minhas bolsas têm mais papel de bombons e chocolate do que deveria. Descobri que é até mais legal colocar as garrafinhas de água mineral cheias na geladeira. Elas são bem mais anatômicas que aquelas garrafas imensas e pesadas. Mas vocês acreditam que esse post todo começou só porque eu não tinha nenhum título legal pra colocar ali? É... chamam isso de boa imaginação. |
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VALHA!!!
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09:14
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segunda-feira, 14 de maio de 2007
SOMOS QUEM PODEMOS SER. SONHOS QUE PODEMOS TER
O difícil é crescer. Deixar pra trás aquela vida difícil de ser obrigada a dormir à tarde e a fazer a tarefa de casa cedo pra poder brincar à noite. As obrigações de outrora são a diversão dos tempos atuais. O video game e a rede de volleyball já não têm a mesma graça. Parece que as pontas do calçamente da rua se arredondaram e as raladuras já não são mais tão freqüentes. É... crescemos. É duro admitir que agora temos que acordar cedo, trabalhar pela manhã, estudar à tarde e nada de brincar à noite. À noite é a hora de fazermos a tarefa de casa para então dormirmos. Os fins de semana já não têm o mesmo gosto. Chegar de manhã em casa já não é mais tão legal. Agora o legal é descansar, ler um livro, assistir um filme. Ficar com o namorado, comer um sushizinho ou picanha de vez em quando. Escrever também é legal, mas pensar ainda é mais. Já não existe mais a disposição de pintar as unhas e passar horas esperando o esmalte grosso secar. Nem a de fazer cartinhas ou até mesmo atualizar o blog. A falta de inspiração comanda sempre, afinal o lema agora é DES-CAN-SAR! Como disse o meu amigo Edson, nós crescemos. As músicas não são as mesmas, as roupas também não. Os amigos também não, mas quanto a isso eu acho é bom mesmo. Alta rotatividade nem sempre designa uma coisa ruim. Principalmente pra mim, que ajo de acordo com as estações. Sábado, na aula de inglês, me perguntaram o que eu penso acerca do futuro. Se eu dissesse que vivo apenas um dia após o outro, estaria mentindo. Eu imagino sim o futuro. Ou melhor, OS futuros. Me imagino com dois futuros. No primeiro eu viajo, aprendo a falar 7 idiomas, trabalho num restaurante meia-boca na Europa, só pra pagar as contas e a estadia nos albergues e viajo de carona. Sem vínculos, um amor em cada cidade, bem Doce Novembro mesmo. No segundo eu me caso, tenho 4 filhos, sou funcionária pública e viajo sempre nas férias, pra conhecer meu país e trazer novidades das cidades que visitei para free-lancers nos jornais da cidade a qual habitarei. São um pouco antagônicos meus futuros, né? Mas quem sabe eu consigo uni-los, arrumando assim um marido que me acompanhe nas andanças, e filhos com um espírito aventureiro que nem eu mesma tenho. Só não poderei abrir mão da carreira pública que, aliás, é uma das oucas coisas que eu tenho certeza que quero nessa vida. Nunca me disseram que as nuvens são de algodão. Mas eu sei que sim. Principalmente quando elas se tranformam em elefantes e pirulitos, alimentando minha imaginação fértil de criança. |
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VALHA!!!
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11:36
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quinta-feira, 3 de maio de 2007
ODEIO TÍTULOS
Por que o professor de Projeto e Editoração Gráfica não gosta de apitaço? Poxa, eu acho tão legal. Mas faltaram os confetes e a serpentina. Na minha opinião, se deu resultado, não precisa exposição. Mas mesmo assim faltaram os confetes e a serpentina. Só tinha apito. Tá, eu prefiro panelas (só para esse fim mesmo). Elas fazem mais zuada e são [bem] mais intimidadoras. O professor de Projeto e Editoração Gráfica deveria fazer vestibular pra alguma coisa de novo, não? Ele adora movimento estudantil, políticas ameaçadoras. Acho que ele é do PSTU e não quer é dizer. Tudo bem. A gente o aguenta mais um pouco. Mesmo com o pigarro, o cigarro e o terror que ele faz com todos nós. 'SÓ 12 ALUNOS NA SALA?! DO-ZE ALUNOS?' Infelizmente no dia que só foram 3 eu não estava. Fui uma das faltosas. Mas na aula seguinte, ainda assim, pude apreciar o barraco. Além de tudo é barraqueiro. Perfeito, não? Descobri que preciso ler mais. Então estou indo ali, ler Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley que, quando criança, era menino prodígio! Acreditem se quiser. |
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VALHA!!!
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20:52
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sábado, 28 de abril de 2007
SOBRE TODAS AS COISAS
É bonito quando se vê a felicidade em coisas mínimas. Mesmo tendo um trabalho enorme pra fazer, acordar cedo todos os dias, fazer milhões de coisas, andar de ônibus sempre e morando longe como moro, é quando chega o sábado que eu vejo a importância disso tudo na minha vida. A rotina transforma coisas que normalmente seriam casuais, uma saída entre amigos, em coisas muito significantes. Não é só sair, chegar, comer e ir embora. É sair, chegar, conversar, brincar, comer, encher (a barriga e o saco alheio) e voltar. Na volta rir, brincar, rir de novo, chorar de rir e perceber que uma situação daquelas só acontece uma vez a cada dez anos. Nisso eu vejo o quanto precisava de amigos novos, porque os velhos (alguns) já só me traziam mágoas. Com os novos as mágoas passaram e eu descobri que guardava tudo pra mim porque não tinha outra fonte pra substituir o carinho das pessoas que, de certa forma, foram embora da minha vida. Então agora eu posso dizer com plena certeza que tudo passa, e o que vale é aproveitar. Acontece que cair na real antes de acontecer, comigo, não funciona. Aproveito o máximo, amo, brinco, quero viver aqui pra sempre. Mas as pessoas têm suas vidas, elas têm que seguir. Eu mesma tenho planos, que se derem certo, terei de largar tudo, inclusive as amizades. Mas eu continuo insistindo que a amizade em mim não é volátil. Eu posso passar anos sem ver algum amigo, mas sou capaz de recebê-lo com o mesmo abraço caloroso de anos antes. É tudo uma questão de sentimentos. Nas outras pessoas eles costumam mudar, em mim não. Não sei dizer se chega a ser bom ou ruim. Mas o que quero, de novo, é que isso não acabe, e se tiver de acabar, que demore muito, ainda. Pela primeira vez na vida estou tendo uma sensação de solidificação. Talvez ela seja enganosa, mas enquanto ela existir em mim, aproveitarei. E que ninguém ouse desfazer isso. |
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VALHA!!!
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23:30
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domingo, 22 de abril de 2007
sábado, 21 de abril de 2007
PARA O BLOG II: COMO VAI A VIDA
A minha vai bem, obrigada. Pensei que seria mais "hard" estagiar e levar a frente 7 disciplinas. Tá, eu tranquei uma... mais pelo horário que qualquer outra coisa. Não rola assistir aula até 21:30 e depois voltar de ônibus pra casa. Tenho o apoio muito importante da casa do Ennio, que me possibilita tomar banho, almoçar e ainda tirar um cochilo despois do almoço. A vida poderia ser mais difícil, é verdade; mas também poderia ser mais fácil! hehehe Hoje, enquanto esperava o ônibus, observei as pessoas (mulheres) do serviço público aqui em Teresina. Elas têm um biotipo (na minha mente) e não existem exceções. São de porte médio, tanto na altura quanto na largura, geralmente usam sandálias plataforma e calças num estilo meio social, coisa e tal. Usam jóias (muitas delas, principalmente anéis e pulseiras) mas andam de ônibus. Mas, talvez, o ponto mais comum entre todas seja: atendem mal! Agora, saindo de Teresina... o seviço público brasileiro parece mais um favor de pessoas mal educadas do que emprego de pessoas necessitadas. Isto me acompanha desde o dia em que precisei registrar um B.O. por ter batido o carro. Estava engasgada com a falta de educação com a qual eu e meu pai fomos tratados na delegacia central daqui de Teresina ( e foi até homem ). Nós não pedimos favor e não temos culpa da sua deficiência em nos fornecer informações mas, mesmo assim, o velho gritou, berrou e, quando descobriu que estava errado, tentou achar concordância em... mim e no meu pai!!! Tá, eu não fui tão lady quanto o meu pai foi gentleman. Às vezes é difícil deixar passar mas, na maioria delas, eu tento. Um dia eu coloco o diálogo ocorrido naquela situação. Mas fica registrado aqui: Não importa quão ruim seja teu emprego. Tratando as pessoas bem, estarás fazendo um bem a ti mesmo. De resto só planos, sonhos e muito trabalho pela frente! ;) |
Eu que disse
VALHA!!!
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18:43
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quinta-feira, 12 de abril de 2007
PARA O BLOG
Ele junta saliva no canto da boca e tem um olhar meio psicopata. As roupas são normais, posso assim dizer. Mas faz uma cara de bobão e gesticula compulsivamente. Ah, os gestos... ao mesmo tempo em que expressam a empolgação por profundo conhecimento em certo assunto, expressam também insegurança. A risada é curta e estridente, confirmando toda a psicopatia inerente ao ser. Enxerga bem, de perto, e muito mal, de longe; e isso provoca um movimento tira-e-bota (!) óculos que quase chega a me irritar, de tão insistente. É um misto de brutalidade e falta de educação com bom humor e amizade. É um simulacro, SIMULACRO, SI-MU-LA-CRO!!! Uma tal de falta de juízo. Eu acredito na falta de juízo! |
Eu que disse
VALHA!!!
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21:30
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quinta-feira, 29 de março de 2007
AH COMO EU QUERIA...
Como eu queria conversar com alguém hoje. Contar como foi meu primeiro dia de trabalho e a quantas andam minhas expectativas com a vida; o quanto eu tenho conversado sozinha em inglês; o quanto eu ando frustrada com o fato de não ter lido 3 livros nas férias. Queria dizer também, que nem estou mais tão animada com a viagem, que a única coisa que me impulsiona pra lá é ver o Lucas (e talvez comprar roupas). Falar também que quero ficar em casa, isso mesmo, ficar em casa. Assistir um filme, ler um capítulo, parágrafo, linha, letra do livro que estou lendo, ou só ficar deitada na cama... pensando... Pensando em como será daqui pra frente, em quanta coisa eu vou ter que estudar, em quanto tempo eu terei que arrumar. Pensando em trancar a disciplina do 6º período, e pensando que não faço tanta questão de terminar a faculdade o mais cedo possível. Acredito que ainda tem muitas coisas que quero fazer por lá. Queria dizer também, que os dias de chuva são os que mais me confortam, e nos quais eu mais estou só. Não sei se tem algo de cabalístico nisso, mas é fato. E quanto mais estou só, mais tenho vontade de ficar. Estranho, eu sei, mas é assim. Penso, também, que não faço questão de me mudar daqui (dessa casa). Sem pitadas de saudosismo na frase anterior, mas eu simplesmente não vejo motivos. Meu quarto me acolhe da maneira mais calorosa possível (mesmo nos dias de frio) e deve ser exatamente por isso que, quando mudo as coisas de lugar, não sinto mais vontade de sair de dentro dele. Essa é a real mudança pra mim. Poder mudar as coisas de lugar em vez de eu mesma TER que mudar de lugar. Enquanto eu puder estar mudando essas coisas, acho que estarei bem (mas ainda penso em morar fora). Falando em morar fora, o intercâmbio se torna dispensável. Claro que se surgisse a oportunidade, jamais recusaria. Mas, simplesmente, digamos... não está nos meus planos. Penso que preciso ter mais objetivos. Preciso me centrar mais em certas coisas e deixar outras meio de lado (como tem acontecido um pouco ultimamente). Ah, eu queria alguém que me escutasse falando o quanto o cara que chega pedindo 25 centavos é grosso e o quanto a senhora na parada de ônibus precisa de ajuda. Queria passar hooooras falando no quanto meu dia foi legal pelo simples fato de ter sido cheio, de eu ter feito tudo o que planejei pra hoje (e ainda deu tempo tirar a sesta). Queria idealizar coisas completamente improváveis, só porque eu sou assim... idealizadora de improbabilidades. Sou eu! Se é difícil viver na realidade, vamos viver mentalmente... and this never hurts me. Sofro porque meus amigos vão embora da minha cidade e, posteriormente, da minha vida. e como isso é um saco! E lá vai mais um. ¬¬ Imagino o quanto seria bom ir novamente ao cinema, e juntar pessoas, que a improbabilidade impediria, num dia comum. Mas como eu sou idealizadora de improbabilidades, aconteceu. (Não sei se isso ficou claro). E um dia eu escrevo um texto que comece com: "Ela tem os pés fincados no chão... e nas mãos, sempre um refúgio!" Sobre a comediazinha romântica com o Hugh Grant (que sempre vive os mesmos papéis e já foi pego dentro de um carro... pois é!) e a minha dificuldade de acreditar em amores repentinos. Tudo bem, eles me servem para dar (boas) risadas em ótima companhia. E pra eu ver o quanto pode ser engraçado uma pessoa ser estabanada... just like me. Eu já disse a alguém que minha música preferida do momento é Rocky Racoon? E que ela tem que vir exatamente depois de Please Please Me e Rockin' Aroud The Christmas Tree? Já disse também que eu adoro ler o diário do Alan Pierre? Talvez eu me indentifique com ele, na essência. O fato de querer vender o carro, alugar um apartamente e comprar livros... o desapego também é parte de mim. Claro que eu não li metade dos livros que ele já leu (sendo apenas 1 ano mais velho), e tampouco, os escassos livros que li, tem tanta profundidade quanto os que ele leu. Eu já falei que a voz da Maria Rita exerce um poder quase sobrenatural sobre a minha emoção, os meus sentimentos? Que eu adoro ouví-la cantar A Festa, Cara Valente, Mal Intento (!!)? que eu gosto até da bagunça musical que é CocoRosie? Que eu já enjoei Los Hermanos e que Coldplay me lembra Brasília e sempre me dá vontade de ir embora? Não né? : E é isso. Esse post foi mais um desabafo que deveria ter ido para o meu private blog, mas eu realmente precisava dividir essas coisas com alguém. Mesmo que esse alguém não esteja aqui e nem vá me ligar pra eu falar dessas amenidades, mas 'at least' eu não preciso submeter alguém ao que eu gosto. Afinal, só lê quem quer, não é mesmo pessoal? See you later! ;* |
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VALHA!!!
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21:09
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quinta-feira, 22 de março de 2007
SOBRE O BBB E COMPRAS
Ah, fala sério que o Cowboy (sentaaaaaaa, eu sei que sentaaaaa!!!) saiu só com MÍSEROS 85% dos votos!!! Realmente desisto desse programa idiota. Nunca mais assisto. Além de toda a graça estar no fato de que o Alberto estava sendo ignorado até pela própria namorada (!), eu adorava os bate-bocas dele com o Lemão. hehehe Confesso que gosto mesmo é do estrago. Agora vai ficar muito monótono. O Diego vai pra todas as berlindas, daqui pra frente, e vai ganhar o milhão. ÓÓÓÓÓ!!! E Analy, filha... não é que você seja popular por só ter 15% dos votos, e sim ele que era muito odiado. E só não saiu com porcentagem maior porque era com você!!! Tabom. Eu sei que ela nunca vai ler isso. ¬¬ Então... alguém me explica what fucking hell aquele hermano tá fazendo ali?!?!? Só pra pegar a Carol e fazê-la "trair" o namorado que ela diz que não é mais namorado porque não queria expô-lo? (Alguém entendeu isso?) Whatever... eu ainda não o vi, mas já sei que ele é tosco. Sem patriotismo futebolístico, por favor! Até tenho vontade de conhecer Buenos Aires. Mas acho que preferiria Santiago, mas tudo bem. Ok, Ok. O ERECOM se aproxima e eu já comecei a tentar arrumar a mala. Não sei o que levo! Vocês aí que já foram, me dêem uma luz. E eu tenho que levar uma mala com cadeado, né? Não, eu não quero voltar sem minhas roupas e meus sapatos. E celular? Levo ou não? Acho melhor comprar um cartão mesmo. E o que é estagiar, não é mesmo pessoal? Quem precisa de emprego, de estágio, hein? Os alunos da UFPI não precisam de jeito nenhum. É porque quando nos formarmos, bastará mostrar um documento comprovante de que estudamos lá, que todas as portas se abrirão. Só pode ser essa a explicação pra essa SACANAGEM que estão fazendo com os alunos. Como é que alunos de Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, que já estão no 4º período, podem ser inclusos num novo fluxograma que, além de ATRASAR o curso - porque se engana quem acredita no que os professores dizem (que não vai atrasar nada) - lhe coloca sobrecarga de disciplinas em um só dia??? Tá que é opção pegar ou não. Mas que opção tenho eu, que ia para o quarto período e VOLTEI pro terceiro, senão pegar o terceiro TODO pra ver se a merda diminui? A minha opção é assistir aula de 8 às 12 e das 14 às 20h nas terças. Pra mim, isso tudo é uma esculhambação. É nisso que dá os professores não interagirem em prol de todos. Colocam suas disciplinas em aulas de 4 horas ou pra não voltar mais na Universidade, ou pra dar logo tudo de uma vez, não interessa. O que interessa é que sobre pro aluno mesmo. Quem é que, quando sair de um curso de Jornalismo, vai arranjar emprego sem nunca ter trabalhado na vida? A opção não é atrasarmos o curso, e sim termos professores, coordenadores e chefe de departamento que façam alguma coisa organizada, que saibam conversar, que nos ouçam. Eu acho simplesmente uma VERGONHA alguém ter que atrasar um curso pra poder estagiar. E quem tem outros planos para logo e precise da experiência? Não conta, não conta, não conta. Somos um monte de visagens naquela universidade (que nem computador tem) que nos obriga a atrasar um curso pra poder ter emprego posteriormente. Desculpem, mas é minha opinião! E ainda temos que pagar por fora, cursos de Computação Gráfica (!), Fotografia... e por aí vai. Tô quase cansando dali, quase!!! Pois é, minha gente. Comprei sapatinhos e roupas legais. ;D E cadê as águas de março fechando o verão? o.O ;* |
Eu que disse
VALHA!!!
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10:46
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sexta-feira, 2 de março de 2007
QUAL É A MÚSICA?
My loneliness is killing me |
Eu que disse
VALHA!!!
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14:27
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Agora vai ser assim. Escrever os posts no Word e só depois postá-los. Parece que me dá a sensação de liberdade. A página de posts do blog me assusta. Algo do tipo: TENHO QUE ESCREVER ALGUMA COISA. E não sei se realmente tenho. Aqui acho que me sentirei mais livre. É chato quando sua cabeça ta ocupada com milhões de coisas que, às vezes, fogem ao seu controle. Elas podem não fugir, eu sei. Mas, invariavelmente, fogem. É um jogo cíclico. Isso vem, você acha que pode resolver de um jeito, mas toda vez só resolve do pior jeito. (Pausa pra ver Montage na tv. Kkkkkkkkk) É um vazio que pousa aqui sempre ao início de um novo ano. Começo a achar que a chuva tem um papel quase sombrio na minha vida. É um silêncio, uma incerteza, convicções, loucuras. Sempre chego à conclusão da mesma coisa. Eu não nasci pra ter estabilidade. A idéia de ter um só emprego pro resto da vida, um só homem, uma só cidade, uma só vida, me assusta demais... I’m scared. So scared. É querer dançar num lugar onde ninguém me conheça. É querer viver no estrangeiro sem pensar em nada que ficou por aqui. E cadê que eu vou me arrepender? Nunca arrisquei o bastante. Vale a pena? Não? Foda-se! Se valeu ou não o problema é meu. E é exatamente por isso que não se tenta. A cabeça parece um caleidoscópio girando em sentido horário. Tem que ser em sentido horário, pra explicar meus problemas com o tempo. Ah... mas o que é isso? Eu quero rir, baby! Quero dançar, rir, gritar, cantar... beber não! Viajar, sentir aquela depressão pós alguma coisa muito boa. Cadê a emoção na vida, God? Vida sem emoção não é vida. É um não-existir. E eu não-existo. Uma amiga minha, a Preta, uma vez me disse que é preciso ser assim. É preciso, é necessário, é obrigado... quem te disse, mulher? Tu ta louca? Só pode. Nada é preciso... nada é obrigado. Enquanto ela contra argumenta que o livre arbítrio é a chave de todas as mazelas sentimentais da humanidade. Olha, se você não aproveita o seu, problema. Não tire os outros por você, sua Preta doida. Mas ela me diz que o ser humano foi feito pra viver sob pressão. Hahaha! Ai que idiota. Ás vezes me dói discutir com ela, porque o espírito é tão pequeno, a visão é tão restrita, ela não tem vida. Se eu tenho uma não-existência, a Preta tem um não sei o que de doido que me atrai e me irrita ao mesmo tempo. E ela é uma não-existência muito maior que eu. Terrivelmente maior e mais cruel. Ta, eu agora vou dar uma pausa nisso e tentar mudar de ares. Preta, imbecil, vai viver tua vida e deixa a minha em paz. Tu sempre vais perder pra mim. Não importa a verossimilhança de teus argumentos, a tua eloqüência, o teu empenho em me mostrar a vida como tu pensas. Eu sou superior a isso e nunca vou me aceitar como tu queres que eu seja. Já ouviste falar em princípios? Duvido muito. Tu és completamente desprovida deles, pessoa ignóbil, viciada, inescrupulosa. Tua inveja de mim te come. E eu estou pouco me lixando pra isso. Hahaha!!! |
Eu que disse
VALHA!!!
às
14:17
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
ESCLARECIMENTOS
Tirei esse textinho de http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.phtml?cod=11523&cat=Artigos&vinda=S . É muito legal, vale a pena conferir. Tem muita coisa da cultura piauiense (embora eu discorde da maneira como algumas foram abordadas). ;) CAVALO PIANCÓ (Dança de origem amarantina. Cavaleiros e damas formam pares e em círculo, ao som da música, vão trotando como se fossem cavalos mancos). “Ora o meu cavalo é piancó Ora o meu cavalo é piancó Ora o meu cavalo é piancó Bonito pra vadiar Cavaleiro troca o par. Ele corre, corre elegante Ele corre, corre elegante Ele corre, corre elegante Nas banda de Amarante – bis”. (Excerto) |
Eu que disse
VALHA!!!
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13:37
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Móveis Coloniais De Acaju - Menina-moça |
Eu que disse
VALHA!!!
às
22:58
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CARNAVAL
Odeio todos vocês, pessoas que não têm consideração pelos pobres coitados entediados que passam o carnaval em casa e simplesmente NÃO ATUALIZAM SEUS BLOGS! Não quero saber se vocês viajaram e não tiveram tempo ou não arranjaram lugar. Sempre há uma lan house (ou só halls mesmo) e um minutinho perdido no meio de uma tarde na praia... eu sei que há!!! Então, a quem interessar possa, meu carnaval foi sonolento que só e eu descansei muuuuuuuuuuuuito mesmo, apesar de não ter viajado pra nenhum spa de recuperação ou colônia de férias. Passei o carnaval idealizando como seria meu quarto de janela nova, e hoje, depois de ter de passar o dia no pé do pedreiro, analisando a situação posterior, não sei se prefiro a janela nova... (não ficou legal essa coisa de 'no pé do pedreiro'?... eu adorei) ;P Hoje, quando o pedreiro chegou me contando um fato ocorrido nas proximides da minha casa eu parei pra pensar no conteúdo do filme O Outro Lado da Rua, com Fernanda Montenegro e Raul Cortêz (tá, vou dizer que foi o último filme que o cara fez. hehehe). Lembrei da cena em que ela saca que um carinha na fila do banco vai assaltar uma velhinha e faz um alarde todo pros policiais e o cara não consegue assaltar a velhinha. Bingo, ela alcançou o objetivo. Não não. Errado quem pensa assim. O objetivo maior dela era chamar a atenção da população ao redor, pra ela mesma. Sim, ela que era esquecida e solitária queria chamar a atenção de alguém. E ela sai contando pra todo mundo na rua e ninguém dá a mínima. conta pro cara do picolé, pro cara do espetinho, pro taxista e, cansando de estar tão ofegante na procura incessante pelo 'oooooohhhhh, que absurdooo' que a massa faz ao ver algo que não condiz com o padrão, ela, ainda na rua, liga do seu celular para alguém pra contar. E começa a falar sem parar, quase não respira, só contando o absurdo que foi aquela cena e tal. No final ela diz: 'obrigada, eu só precisava desabafar' (não lembro se tem o obrigada). Quando chega em casa, ela vai esvaziar a secretária eletrônica, ouvindo o único recado que tem: o dela pra si mesma. Bem, o que eu quero com esse discurso todo? O cara quando chegou aqui em casa disse que 2 motoqueiros armados estavam matando pessoas sem ver nem pra quê. Assim, na sorte (ou azar) mesmo. O certo foi que um dos motoqueiros feriu a bala um, e matou outro. E eu, como boa integrante da massa que sou, bestifiquei e fiz o 'não creioo!!! meu deus, que absurdo. ainda bem que não fui eu que ele encontrou, etc etc etc (momentos antes eu tinha ido deixar mamys num clube aqui perto)'. A partir deste fato eu parei pra pensar em como será que o pedreiro teria reagido se eu tivesse feito uma cara blasè e tivesse entrado em casa e oferecido a pá de cimento pra ele. Talvez eu tenha bestificado muito mais pelo sentimento de solidariedade com o susto alheio (porque ele veio à pé pra minha casa), enfatizando o fato de a poucos minutos eu também ter estado vulnerável ao tal ataque; ou se simplesmente eu pasmei por pasmar mesmo. Nunca saberei. |
Eu que disse
VALHA!!!
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22:31
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
CHANGES
É estranho ver pessoas que eram extremamente intimistas, introspectivas, serem agora as populares, quase "cópias deformadas dos personagens de malhação" (não resisti). São amigos dos quais gosto muito, mesmo com o pouco contato, mas mesmo assim ainda gosto demais. É só estranho. Isso não é crítica nem qualquer coisa que o valha. É apenas estranho. 'Movimento vamos falar dos dias toscos'. Pois é. Quem nunca teve uma época tosca na vida? A minha foi a das micaretas. Só que, parando pra pensar hoje pela manhã, comecei a não mais considerar essa época assim: tosca. Foi uma época muito feliz, e se um abadá não custasse tão caro e eu tivesse meia dúzia de amigos que me acompanhassem, eu iria tudo de novo. Assim como iria a um carnaval de rua qualquer, como quando fui pra Paraíba (e foi um dos melhores canavais da minha vida, porque, dentre outros motivos, eu descobri que não são dois homens [um em pé em cima do outro] que ficam segurando aqueles bonecões de carnaval de rua da Paraíba e de Pernambuco). Meu pai reclamava porque a maisena usada pra jogar nas pessoas, daria pra matar um pouquinho da fome de outras tantas. Mas quem se importava, né? Egoísta como o ser humano é. Eu concordo com o pai, mas não vou mentir que também gosto da folia. Sei lá. A gente arranja um material alternativo, tipo... trigo? Brincadeira. A onda agora são aquelas espuminhas que eu usei muito durante as Micarinas que fui, que além de causarem muita irritação na pele e nos olhos, ainda corre o risco de começarem incêndios a partir de uma besteira (sem falar na camada de ozônio!!!). É pai, acho que prefiro a maisena. Também tenho meu lado egoísta. Quando o Piauí pop veio substituir a Micarina eu fiquei metade feliz, metade triste. Metade feliz porque, como eu tenho namorado e fica chato levá-lo a micaretas, a gente tinha essa segunda opção que era bem mais em conta; além de (na 1ª edição) terem vindo muitas bandas legais. E triste porque, se um dia o namoro acabar e eu quiser curtir voltando pro empurra-empurra, já não vou mais tê-lo tão pertinho de mim. Agora talvez eu fique só triste, tendo em vista que desisti do Piauí Pop porque todo ano vem 1 banda legal e 50 bandas escrotas; e nem é mais tão em conta assim. Comecei a pensar nisso porque queria viajar nesse carnaval. Pra Luis Correia, Guaramiranga, Olinda, Floriano, qualquer lugar que eu fosse ficar feliz pulando e dançando o carnaval (coisa que eu sempre gostei de fazer e que, não sei por que cargas d'água, de uns tempo pra cá tenho esquecido [pra não dizer renegado]). É estranho pensar assim depois de tanto tempo, mas o certo é que hoje eu senti vontade de sair com a minha mãe pra comprar o tênis com o qual eu vou pular o carnaval, comprar os shorts que vou usar, e até o protetor solar, pra não pegar ensolação. É uma das coisas que mais gosto de fazer, e que também tinha esquecido faz algum tempo, que é viajar. Antigamente, até pra Batalha eu gostava de ir, nem que fosse pra passar a tarde vendo tv na parabólica e tomando sucos, infinitos sucos; ou pra escutar o barulho da chuva que caía no fim da tarde começo da noite, e depois dela eu ir tomar banho com o shampoo e o condicionador com cheiros marcantes, só pra ir pra praça morrer de frio e voltar pra casa 10 da noite. Aquele CD da novela Laços de Família ficou pra sempre em mim, só porque eu gostava de escutá-lo durante o ócio. Eu tinha uma agendinha e escrevia tudo o que ele me fazia sentir. Perdi a agenda. Ah, eu também gostava de novela mexicana. Agora eu sou a Natália que faz Comunicação Social na UFPI, freqüenta um "pub" GLS, não viaja mais no carnaval, tem um namorado que faz Direito e alguns importantes amigos. Sou a Natália que aprendeu a se calar pra deixar o outro falar e que vive com sono, acho que por falta do que pensar/fazer/dizer. Some changes was happen... |
Eu que disse
VALHA!!!
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13:39
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
O.O
Lavagem cerebral proporcionada pelo ambiente pífio de academias: |
Eu que disse
VALHA!!!
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23:04
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