quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

AI

É tão estranho ligar o computador e não ter o orkut pra olhar.

¬¬

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

ORKUT

Á-ha. Não tenho mais orkut. E agora? Como vão fazer pra me mandar recadinhos e fuçar minha vida, ahn, ahn???
Tô aqui tentando abstrair os milhões de coisas que ainda tenho pra fazer. Já fiz uns 3, digamos assim... ainda faltam 2, então. Quarta-feira da semana que vem alguém que se importe com a minha sobrevivência, a minha amizade, liga pra cá, tá? Já que eu não tenho mais orkut. Portanto, sem posts muito grandes daqui a té sábado, até porque eu não existirei no final de semana. Vai ser uma subvida... uma coisa a qual eu não sei definir muito bem.
Faltam 36 dias pro meu aniversário. então, teóricamente, daqui a 6 dias eu ingresso no inferno astral. E o 6º dia é EXATAMENTE segunda-feira da semana que vem. Quem tem amor à vida leva esse aviso em consideração.

Obrigada.

ANIVERSÁRIO

http://www.americanas.com.br/prod/572778/eacom

Podem começar a fazer a vaquinha. :D

Tchau, vou terminar os 5 milhões de trabalhos que tenho pra fazer!

domingo, 4 de fevereiro de 2007

SIMPLICIDADES

Eu adorei tanto, tanto esse template. Mesmo, mesmo, mesmo. Ele é tão simpleszinho. Não mais do que eu - que quero entrar de férias AGORA, RIGHT NOW, e passada - e a Sanmya, que que ir a um show dos Beatles. Esqueci de perguntar pra quando é o desejo dela.
No mais, tudo normal. Dia inútil (como todo domingo), pessoa prostrada, meus pais viajaram e voltaram sãos e salvos, o namorado tá meio modorrento, eu tô atolada de coisa até o último fio de cabelo em pé pra essa semana, mas pelo menos, vou voltar a ter mordomia. Às segundas e quartas volto a ir de carro pra universidade. A-há!
Vamos ver se amanhã tem alguma novidade pela UFPI, né? Quem sabe o Iônio resolve dar aula de novo. Seria uma boa.
Ah, nem fui no famigerado circo. É, a gente pensou que ia chover e, enfim... não tinha lona o suficiente para nos abrigar, né? Mas tenho fotos legaaaaaaaaaiiiiss! (Não do circo) Postarei as permitidas aqui depois.
O domingo é inútil, mas o sábado foi (suuuuuuuuuuuuper) engraçado. ;)

sábado, 3 de fevereiro de 2007

ASSUNTO CLICHÊ

http://www.estado.com.br/editorias/2007/02/03/ger-1.93.7.20070203.13.1.xml
http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2007/fev/02/110.htm

Será que é tão difícil assim usar gás-natural como combustível, em vez de gasolina ou óleo diesel? 'É que a vida útil do motor cai muito' ou 'Não compensa porque o custo da transição é elevado'. E o biodiesel? Tá, eu não tenho conhecimento o suficiente pra escrever mais de 5 linhas sobre as vantagens do biodiesel para o planeta, mas pelo menos, sei que ele não polui. Sei também que a União Européia está impondo sanções aos países exportadores de biodiesel (leia-se, Brasil) que não adotarem um padrão na sua extração. São impostas barreiras à entrada do biodiesel brasileiro na Europa, porque aqui nós utilizamos o trabalho escravo e maltramos o solo para obtê-lo (leia-se, desmatamos). Acho que o biodiesel sai daqui a preço de banana.
Enfim, meu pai diz que desde pequena, minha consciência ecológica é aguçada, e olha que eu nem estudei ecologia na 4ª série. Mas é porque eu sei que quero deixar aqui filhos, que vão querer ter filhos, que terão filhos, que por sua vez, terão filhos também. Se o problema não me atrapalha, vai atrapalhar os filhos dos filhos dos filhos dos filhos dos meus filhos. E mãe que é mãe se importa desde cedo. Bah... devaneios à parte. O esforço que temos de fazer é tão pequeno, que chega a ser insignificante. É uma questão de costume, de educação. Eu desligo a torneira da pia enquanto escovo os dentes, não porque quero salvar a humanidade da secura, da falta de água; e sim porque eu sou educada. Se não preciso, não gasto. Por que eu banho minha cadela com uma bacia de água do lado? Porque não vou precisar de mais do que aquela água pra banhá-la! É tão óbvio. Alguém já parou pra observar que, quando falta água e temos que banhar de 'cuia', como diz minha mãe, só usamos a água que tem no balde. E saímos do banheiro bem banhados (pelo menos eu saio). Enquanto que se tivesse água no chuveiro, passaríeis horas e horas cantando, pulando e sonhando estar em algum programa de super stars. E a água caindo. Tchóóóóó. (essa foi pro Rafael).
Enquanto a cidade esquenta, a vizinha briga porque o pé de cajá, juntamento com o de goiaba QUE DÃO FRUTA O ANO QUASE TODO pro quintal dela, estão destelhando a casa. Claro que meu pai, bom vizinho que é, mandou cortar. E em tempos de B-R-Ó Bró, quem quiser que se lasque de calor aqui em casa. As árvores, baby, ajudam a diminuir a poluição do ar. Ainda bem que os pés de jambo estão na frente da casa. Podem, no máximo, derrubar o fio do telefone e o da energia, mas quem precisa disso, né? Pois bem. Elas absorvem o CO2 presente no ar e é por isso que são ótimos medidores de poluição, porque quando tem CO2 demais, começam a se formar líquens em seus troncos. Sim sim. Nem tenho muita convicção , mas lembro vagamente de ter estudado isso na escola, porque as questões ambientais realmente me chamavam atenção.
Não é querendo dar uma de ativista ambientalista neurótica psicótica do green peace não. Só tento mostrar o quanto as atitudes estão ao nosso alcance e nós vamos deixando pra depois. Eu sempre apago luzes que não estão sendo usadas na casa, as torneiras sempre sou eu que fecho quando estão vazando (sim, meu ouvido é biônico), e sou muito a favor de que a mesma água usada pra escovar os dentes e lavar as mãos, da pia do banheiro, seja aproveitada na descarga. Já disse pro meu pai que, se eu não tiver dinheiro pra converter meu carro pra gás natural, vou ter um carro movido a álcool(flex), mesmo que eu morra de raiva todo dia de manhã quando quiser sair e ele tiver que esquentar primeiro; ou mesmo que o combustível não renda tanto; mesmo que a vida útil do motor não seja tão grande; mesmo que o combustível feda pra caralho e eu chegue nos meus compromissos fedendo a álcool (aí só se o carro foir MUITO velho); mesmo que tudo e qualquer coisa. Eu tenho consciência ambiental. não estou por dentro de tudo que posso fazer, mas o que sei que posso, é feito. Podem ter certeza.
P.S.: Meu pai usou o argumento de que a camada de ozônio próxima ao equador é mais densa. Jogo baixo!
P.S.2: A idéia de Teresina ser uma cidade litorânea daqui a 15 anos não me atrai nem um pouco. Já chega ter 2 rios. Não aguentaria o ano inteiro no sal.
P.S.3: Esqueci que, daqui a 15 anos, não morarei mais aqui. :D

CIRCO

Teve o circo ontem. O espetáculo começou às 20:30h e eu fiquei com medo de ir por causa do vestido que era muito decotado. O circo é meio derrubado, mas pode ser considerado a expressão artístico-cultural da galera do arame. E foi por isso que os meninos deixaram carros, bolsas, jóias e celulares comigo e foram a pé.
Me disseram que é, realmente, um espetáculo. Pobrinho, mas um espetáculo. Tem palhaço, acrobata e o circo é uma família só. No sentido denotativo mesmo. A mulher que vende o algodão-doce (não com bafo, e sim feito na hora) é mulher do palhaço e a acrobata de pano (que nem a mulher que saiu do BBB7), é filha deles.
A lona do circo - parte pela qual eu posso assumir a responsabilidade do comentário, porque essa sim, eu vi - é um espetáculo à parte. Não sei quanto custa uma lona, mas sei que cobrando R$1,00 pela entrada não dá nem pra comprar outra. É algo que, por mais que eu tente, não consigo descrever. Ela é rasgada. Um monte de rasgos, que parecem furos, sei lá. Uma porção de rasgos pequenos-grandes espalhados pela lona toda, de modo que, ao chover, você não só se molha como também pega toda a sujeira de cima dela - o que estimo não ser pouca.
O palhaço já conhece seu público, pequeno e constituído de pessoas pobres, carentes. Conhece por nome mesmo, e tira as brincadeiras com eles. Os meninos fizeram tipo pra não chamar muito a atenção, mas não acredito que tenham conseguido muito bem. Principalmente depois de a Manuella chegar num Celta, com belas pernas à mostra. Ela sim, não passou nem um pouco por carente. E os meninos prenderam a respiração a cada brincadeira do palhaço com os 'barra-pesada' do fundão do picadeiro (não lembro de ninguém ter me falado de um picadeiro).
O certo é que eu, Clarissa e Iago ficamos com inveja da aventura e decidimos marcar presença hoje, acompanhando o amigo Juninho na sua reportagem sobre o local. Amanhã coloco fotos e um post mais apurado.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

PRA DESCONTRAIR

adelaide diz:
acabei d efalr com a mae do enecom
adelaide diz:
\0/
Natália diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Natália diz:
quem é a mae do enecom
Natália diz:
nem sabia q o enecom tinha família
Natália diz:
:OOOOO
Natália diz:
q bafão!
adelaide diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adelaide diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adelaide diz:
idiota
Natália diz:
oxente!!!
Natália diz:
!!!
Natália diz:
ahh
Natália diz:
tu falou com a TUA mae
Natália diz:
sobre o ERECOM, né isso
Natália diz:
?
Natália diz:
eu JURO q nao tinha entendido
Natália diz:
juro msm
Natália diz:
entendi agora
adelaide diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adelaide diz:
mermaaaaaaaaaaaaa tu ta lenta
Natália diz:
sanmya filha
Natália diz:
olhe a sua frase
Natália diz:
vc quer q eu vire adivinha
Natália diz:
acabei d efalr com a mae do enecom
Natália diz:
do enecom q tu diz é SOBRE o eRecom
adelaide diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Natália diz:
e a mae é tua
Natália diz:
:O
Natália diz:
como tu queria q a percepção fosse assim na velocidade da luz...

As minhas amigas são um barato. hohoho

Além da enxaqueca, não fui pra academia, dormi até agora e vou asilar até não querer mais aqui nesse computador. Aula do Iônio já virou utopia e existem muitas coisas para as quais eu não sei a resposta. hehehe

Ennio pra 1º lugar em Filosofia, Iago em 9º lugar pra arquitetura, Erlon em penúltimo lugar pra Contábeis e Priscilla em não sei qual lugar pra Educação Física. Tudo na UFPI. Tenho medo de vocês, hein? Vida longa às festas e agora vai todo mundo ser viado na UFPI. Tem coisa melhor nãããããããão paiii!!!! ;DDD

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

NADA...

Sem pensamentos hoje.

O que faço quando estou sem pensamentos?

Converso. hehehe

Quando não penso, falo.

Ontem pensei em tantas coisas que quase perco a parada do ônibus. Depois achei direitinho.

Ia calada sim.

Pensei no quanto estou atrasada na universidade.

Pensei no quanto minhas relações são instáveis.

Pensei no quanto devo aprender a lidar com seres humanos, embora já tenha aprendido um bocado.

Na carta de 2 páginas que não enviei.

No episódio triste que vou ter de descrever.

Nos trabalhos interminados que tenho que terminar.

No livro que não estou lendo.

Na agenda na qual não estou escrevendo.

No curso que não estou fazendo.

Nas pernas que quero deixar bonitas.

Na relação que não tem nada de mais.

No amigo que foi embora.

Na saída de sexta-feira.

No primo que, até então, eu não sabia que tinha chegado.

No novo affair.

No suco que ia tomar... e tomei.

No sol que não posso pegar.

No desodorante, escova e protetor solar, que esqueci de levar... mas acabei dando um jeito.

Nos DVD's que, até então, não tinham chegado.

No resultado do vestibular.

No remédio que tomo na hora do almoço.

No outro remédio que tenho que comprar (não sou hipocondríaca, apenas faço um tratamento).

O hidratante tá acabando.

O caderno vai dar pra mais 2 períodos.

O projeto de pesquisa tá definido.

O começo da noite dos meus sábados agora é comprometido.

Converso muito com meu pai.

Preciso ter paciência.

Na academia tem muitas muriçocas.

Tenho de fazer as unhas.

Gosto muito das minhas amigas.

Amar parece, agora, superficial demais.

Acho que é só.

Agora eu faço amigos através do blog.

Pra que coisa melhor?

sábado, 27 de janeiro de 2007

A PARTIDA

Não disse tudo o que pensei, nem o que queria. Tenho medo de me decepcionar. Se sempre tive apego a alguma coisa na vida, foi às pessoas. Me apego fácil, de um jeito quase inocente, e tudo deixo passar. Entristeço, enraiveço, enlouqueço à procura de por quês, e quando não os acho, simplesmente deixo passar. Guardo o que há/houve de bom. Se me faz bem, não sei. Para não lidar com decepções, guardo tudo pra mim, de uma forma quase egoísta, porque sei que as pessoas gostariam de saber o que estou sentindo de bom com relação a elas. Guardo porque sei que elas só quereriam saber o que se passa de bom, o de ruim de qualquer forma terei de guardar pra mim, como sempre foi. Na dúvida guardo os dois. Querendo saber, me pergunte.

Sou capaz de dizer mais a quem menos me interessa, e aos que me interessam eu calo. Calo e me arrependo (ou não). Todo pisão em falso eu assumo o risco daqui pra frente; por ter calado. São as tais consequências. Alguém tem que arcar com elas. Se eu falo e você sabe, você não pode me magoar. Se eu calo algo que você quer saber, você não tem obrigação de manter o vínculo, uma vez que não sabes.

E mais um se foi - esse eu espero que volte - ganhar asas e alçar vôo, vôo alto... que um dia pretendo alcançar. Foi ser bonito, ser feliz e, acima de tudo, deixar uma porrada de gente feliz com a presença dele sem a qual ficamos e agora apenas lamentamos. É um lamento feliz (se é que existe essa modalidade de lamento). O lamento por ter dito: 'ah não vou te dar tchau porque vou ter ver no aeroporto', e quando chegamos lá... 'blau' soa longe: o vôo foi antecipado e ele já entrou. Economizamos lágrimas e rezamos pra o avião não cair, mas a segurança e o abraço de despedida, agora ficam pra chegada.

Já começastes a fazer falta antes mesmo de ir embora, quando naquele ambiente escuro, apertado e maravilhoso, escutamos sem ti Maps, Superafim, Deixe-se Acreditar, Erase/Rewind. E eu esqueci que minha conta tava estourada e resolvi te ligar. Nem sei se atendeu ou se caiu na caixa postal, mas eu liguei. Liguei porque lembrei que tu gostarias de estar lá.

Saudosismos à parte
- deixo isso pra tua família daqui, que a essas horas deve estar com um vazio muito maior que o meu- sinto-me na obrigação de sempre estimular a partida. Não podemos ser seres viciados. Todo tipo de vício é burrice, principalmente quando as oportunidades chegam até nós sem que tenha havido muito esforço da nossa parte. São oportunidades que até podem voltar, mas o tempo não. A hora é essa! E você fez certo. Muito certo.

É como eu disse antes... melhor imaginar como seria se tivesses ficado, que imaginar como seria se tivesses ido. Por aqui tudo é mais previsível, já por lá...

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

APARÊNCIAS

Isso aqui tá tão rosa!

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

ENTÃO É O TEMPO

Eu ODEIO essa minha submissão ao tempo. É sempre estar preocupada com o que vai ou não dar tempo fazer, estabelecer sempre planos e metas com tempo restrito para realização, e depois sofrer por não ter dado tempo. Eu luto tanto pra não escrever palavrão aqui, pois acho muito feio essa coisa de se expressar violentamente. Acho isso falta de vocabulário e de gosto. Mas a única coisa que eu tenho vontade de falar (observe!!! eu tenho VONTADE, e não é a única palavra que me expressaria agora, tá?) é um CARAAAAAALHO!!! PORRA. QUE SE FODA O TEMPO. Ou, de um jeito mais polido, tenho que parar com essa mania de digladiar comigo mesma por um motivo que não posso controlar. Viu? Eu também sei ser educada e polida, e pra mim, falar palavrão em vez de me expressar, é mera escolha. Dentre as poucas coisas às quais estou apta, escrever (bem) é uma delas. Dá licença?

sábado, 13 de janeiro de 2007

PAROFA /ANGO

É. Tenho que admitir. Parofei meeeeeesmo. E parofaria bem mais se não me tivessem privado da diversão. ;DDD Claro que parofaria num hospital ou coisa que o valha. Mas valeu a noite, valeu a companhia e agora me divirto no leite (com a Raquel) ou na água mesmo (sozinha).
Mas pagou hein. Perdeu quem sempre quis me ver cantando a música das preparada e das popozuda e com o cabelo pingando. (Sim, meu cabelo, a resistência em forma de fios, MOLHOU QUE PINGOU!!!) Maaaas, aqui estou pra contar a história. Não aqui, claro! ;D

POBREZA

Foi quarta-feira, na aula de Comunicação Gráfica, onde o professor mostrava o cartaz de uma propaganda publicitária feita pro SETUT. No busdoor, aparecia uma criança segurando uma correntinha de ônibus pequenos, feitos de papel. Depois de uma aluna ter observado que a mão da menina era feia e que a menina tinha cara de pobre (sim, eu escrevi CARA DE POBRE), o professor solta a seguinte pérola:
- É! Vocês tem que entender, que fazer uma campanha dessas é muito complicada pra nós. Porque geralmente nós fotografamos as pessoas que andam mesmo de ônibus.
(Ótimo! Se a propaganda é voltada pra esse público, nada mais justo)
Cont...
- E é um tanto complicado, assim... é complicado né? Vocês sabem. Encontrar alguém BONITO em ônibus.
- Geralmente quem anda de ônibus é feio mesmo.
(!!! Como assim mané? Tu dá aula em um curso de Comunicação Social, numa Federal, e chama geral de feio???)
Ainda bem que, fatidicamente, eu estava de carro. Pude passar de bonitinha. Há!

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

O LIMPADOR DE PARABRISA

No meio de um chuva torrencial, mas muito torrencial mesmo, meu pai liga muito preocupado porque eu estava de carro. O diálogo foi esse:
-Natália, blábláblá (que eu não entendi), no 6, porque quando molha pode não funcionar muito bem.
-Tabom pai. O limpador do parabrisa no 6, né? (Isso foi dito com a enorme dúvida se existia ou não o 6 nesse limpador).
-OS FREIOS MENINA!!! FREIOSSS!!! NA CHUVA ELES NÃO FUNCIONAM BEM. TEM QUE FREAR UM POUCO PRA SECAR, SENÃO DESLIZA!!!
-Ah, tabom. hehehe. Os freios, claro!!!
Uma surdez congênita irreversível.

I WISH I COULD BUY BACK

Péssima, de mau humor e impaciente. Favor se alguém me vir dirigindo por aí, favor não atravessar a rua na minha frente. NEM NA FAIXA!!! E NÃO!!! Eu não estou de TPM e não quero conversar sobre o que me aflige, porque nem eu sei. E nem quero 10 minutos de analista porque eu não preciso. E nem estou afim de ser delicada e pessoa boa e educada hoje. Quero mesmo é mandar todo mundo que me stressa praquele lugar, que não citarei aqui por questão de estética. Não quero escrever, não quero ler, não quero ouvir nada nem ninguém. Não quero ir pra UFPI, não quero assistir nem dar aula. Não quero mais nada. Quero ser um vegetal!