domingo, 7 de janeiro de 2007

COMENTÁRIOS

Eu gosto da Sanmya porque ela comenta todos os posts. Nem que seja com um 'ow'. ;D

sábado, 6 de janeiro de 2007

CABELOS

Não, não é um posto sobre a beleza dos meus, vossos, nossos cabelos. É que estou pelos cabelos mesmo, ou seja, em tempo de ter uma pilôra, ou seja, muito, muito, muito lascada. O tempo, de novo, me perseguindo e eu sendo vítima dele. É uma droga essa coisa de morar longe porque eu acho que não dá tempo fazer nada por causa do tempo que eu vou passar no ônibos indo e voltando de abc... A verdade é que se eu morasse perto de tudo, talvez tivesse que ir a pé e isso é contra minha religião. Principalmente aqui em Teresina, que não se caminha nem 2 metros sem derramar três litros de suor. E isso é, ainda mais, contra a minha religião. Mas ela está, aos poucos, está se tornando mais liberal. Imaginem... a 4 meses atrás, academia também era contra a minha religião. ;D Se duvidar, nem tempo de arrancar os cabelos eu tenho. É aula, academia, universidade, e ainda gasto pensamendo (ou seja, tempo!) pensando em estágio. Trabalhar ou não trabalhar? Eis a questão. Amanhã é domingo e não pede cachimbo, muito menos o cachimbo é de ouro. Se fosse ainda ia. E nem tem pé de cachimbo também. Vou ler meu livro, que ainda não cheguei na metade. Mas tá perto. E considerando-se que ainda não estamos na metade do mês (só estamos perto), se continuar no mesmo ritmo, dá pra começar a ler outro ainda em 1º de fevereiro. MORRAM!!! Vou ler mais de 12 livros esse ano. Sou muuuito cool intimista.

DOIDA POR QUÊ?

Só porque eu tenho um amigo imaginário e só converso com ele em inglês? É que eu sou superior, e até meu amigo imaginário é estrangeiro e eu sei falar a língua dele. Senão não seríamos amigos. Mas quando eu voltar a estudar francês, vou expandir as fronteiras imaginárias. Esperem!

INCERTEZAS

Ele sempre procurou um sentido verossímil para todas as coisas da vida e com essa relação não foi diferente. Era por demais inverossímil. O amor, a cumplicidade, a compreensão entre eles era absoluta, inteiramente absoluta. Ele lembra com carinho do dia em que a conheceu. Aquele rosto em meio a tantos, aquele amigo querendo chegar primeiro, aquele clima juvenil, na época em que a idade é mais favorável ao corpo e aos pensamentos. Chegou sem pedir licença, com um jeito cativante e apaziguador de várias situações. Aquela menina prometia. Desenvolta, sorridente e muito tagarela, ela percebeu os olhares e foi-se chegando de um modo que ele percebesse a deixa. Ela não sabia, mas seria sempre assim, ele olha e ela dá uma deixa. Passaram a noite assim. Os dias se seguiram e eles trocaram cartas. Sim, cartas! Daquele jeito bem antigo. Foram 5, 10, quem sabe até 20 cartas. Elas eram verdadeiras e cheias de amor, um amor quase infantil, um amor que não exige muito do outro, que por si só se sustenta, apesar da distância, tanto geograficamente como ideologicamente. A menina escrevia banalidades e ele adorava ler aquelas cartas cheias de verdades. Eles saiam e se entendiam bem. As ligações eram durante a madrugada e duravam horas. Não era permitido em outro horário, porque de madrugada todos dormem e eles sentiam que o mundo inteiro era só deles por um longo tempo. E foi assim durante muito tempo até que a menina começou a sonhar. Sonhou alto, foi lá e realizou. Mas pra isso teve de abdicar do amor dele e não fez questão de recuperá-lo. Foi como se ela tivesse feito juras de amor e no dia seguinte já não lembrasse mais. É estranho, e isso foi a única coisa para a qual ele não achou um sentido verossímil, por mais distante que possa ser. Ele pensa, hoje, uq poderia ter sido tudo diferente. Ela abriu mão de seu amor e poderia não tê-lo feito, mesmo sem abrir mão de seu sonho. São escolhas que caminham por estradas diferentes... e opostas. Amar ou não as pessoas verdadeiras? Acontece que no seu sonho, a garota construiu um mundo do qual ela não quer sair, e conheceu pessoas que não estão distantes. Nem geograficamente nem ideologicamente. Talvez ela tenha feito a escolha mais cômoda. O que ela não sabe, é que magoou muita gente e isso não volta mais. O menino lamenta, mas não faz disso um drama mexicano. Deixa-se levar é o que faz pra tentar esquecer. Deixar-se levar com o que ele tem ao seu alcance, que não é ruim. Já não existem mais as cartas, nem as ligações. Nem torpedos eles trocam. Vai entender o sentido pra isso.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

PORRA!

Ah carái. Sem tempo, sem paciência e sem saúde o suficiente pra atualizar isso aqui, mas é mais forte que eu. ¬¬

Essa semana meu sistema imunológico teve uma baixa sem precedentes. Griiiiiiiiiiiiiipe, meu amigo. Das violentas. ;~ Só não fiquei de cama porque a gripe veio na época errada e agora eu já não posso mais me dar ao luxo de simplesmente dormir. Hoje não fiz o trabalho, nem vou fazer amanhã, nem depois (que é o dia de entregar). Tô fu...

Passei a semana inteira com uma dor de cabeça dilacerante (isso porque junto com meus 20 anos vieram também as 'ites' e a enxaqueca. Mereço, mereço) e com várias coisas pra pensar, ainda por cima. Pelo menos estou conseguindo cumprir direitinho a meta do livro. Das 756 páginas já derrubei quase 200, em 3 dias.

Bom, tirando isso, só os planos de passar o carnaval em Guaramiranga-CE (lá sai fumacinha da boca, de tanto que é frio à noite) e de dar aulas particulares essa semana (sim, o desespero e a liseira tomaram conta de mim :O é preciso trabalhar algum dia na vida e enquanto o estágio não vem...) e na outra. E talvez no final de semana aconteça algo de interessante pra eu colocar aqui, porque a semana está especialmente monótona.
Então é. Vou dormir. ;*

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

A MANHÃ

Holla. Só hoje de manhã fiz o serviço de uma semana. Dos exames de sangue posso dizer que o teste de gravidez deu negativo (grande novidade) e o colesterol deu alto (outra enorme novidade), de resto eu sobreviverei pra passar 6 meses tomando roacutan. Morram de inveja porque eu vou ficar com a pele linda, lisa, leve e branca. Uma cútis da monarquia inglesa, quase. Só me faltarão os olhos de safira. Sem mais delongas, até de noite porque eu vou ser gente e estudar a tarde toda na UFPI.
O TRABALHO DO SILVEEEEEEEEEEEEEIRAAAAA!!!!!
Vou me descabelar.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

MOLOCH

Assisti e não gostei. Pra quem se interessar, está aqui a sinopse.
Ai ai. Mais um dia inútil na vida e agora eu vou tentar ler um pouco do livro que escolhi pra ser do mês (com 756 páginas ¬¬ ) e depois dormir porque amanhã o dia começa cedo.
;*

A NOITE DA VIRADA

Todo mundo ficou aqui em casa mesmo, feliz, alegre e saltitante - sem peru -, esperando o ano entrar. (Que feeeeio, Natália)

Pois bem, passamos a virada do ano na casa da vizinha, com muita comida, muita gente, presentes e um espumante doce bagarái!!! Mas eu e o Ennio conseguimos terminar de beber os nossos. Depois disso, como bons aventureiros que somos, decidimos que a noite tinha que terminar num bar bem sujo, bem chinfrim mesmo, no centro da cidade. Agora podem imaginar o naipe do bar que se encontra aberto, na noite de reveillon, no centro teresinense... meu Deus!!! Podem imaginar uma coisa suja. Imaginaram? Agora diminua o tamanho da coisa e multiplique a sujeira, beleza? Éééé... eu quando quero ser legal, sou legal mesmo. Tirando o fato de eu ter estacionado o carro na calçada da macumbeira - que, por sinal, possui um CrossFox novinho - e ela quase ter feito um despacho na gente, em vez de simplesmente pedir pra tirar o carro, a noite foi legal. Até planejamos ir a um bordel. BOR-DEL? Que é iiiisso??? Casa de conveniência-bar. Só que, como lá é tudo absurdamente caro, eu estava lisa (porque pra beber num bar muito sujo do centro não precisa de dinheiro algum) e arrajamos broca e bera 0800 numa residência amiga, feliz e legal, deixamos este plano pra outro dia, para que nossa amiga ClarissaPoty possa nos acompanhar, não é mesmo, minha gente???
Bom, nosso querido amigo Juninho nos deu a honra de sua presença com um litro de vinho - muito bom, por sinal - e fomos muito bem recebidos por Thânia (a anfitriã). Depois a minha velhice, misturada com gripe e sono, me atacou e eu pedi penico às 3:30 a.m. Dormi, acordei, fiz o que as pessoas normais fazem todos os dias e cá estou contando esta maravilhosa história de fim de ano. Se a macumbeira, da qual esqueci a alcunha, não me jogar uma praga muito forte e muito venenosa, meu ano será bom e espero continuar várias coisas que comecei em 2006. As amizades, o curso, os projetos, a força de vontade, e acima de tudo, espero não me arrepender de nada. Que meus amigos continuem gostando de mim, que meus pais continuem maravilhosos e que o namorado continue viado... ops... maravilhoso!!! ;D
É isso aí, um vendedor de flores pra vocês, no mais legal estilo Natália de ser. Leia-se: fudida e mal paga porque tem milhões de coisas pra fazer essa semana, e o ano mal começou, hein? QUEM AÍ VAI DIZER QUE JÁ FEZ O TRABALHO DO SILVEIRA, HEIN, HEIN??? QUEM OUSA... QUEM TEM ESTA PRETENSÃO??? E a Jaqueline nunca me mandou trabalho por e-mail nenhum. Inshalá!!! Muito ouro pra mim e preguiça pra ela, no caso!

Ano novo Blog novo.

Pronto, está aqui mais um, dos 1.000 que tenho, pra contar as loucuras, não receber comentários e pra ser pouco lido. Fazer o que, né? Meu público leitor é bastante seleto. Há! Posso começar a descrever aqui todas as maravilhas do blogger novo, que eu, particularmente, estou amando. Só em não precisar mexer mais em HTML pra deixar o bicho apresentável, é a 9ª maravilha do mundo. E aqui estou com o projeto de escrever mais e falar menos. Ficar sem beber refrigerante é que vai ser o verdadeiro tormento.