domingo, 6 de maio de 2007

Oh... SHIT!

I'm feeling like this today!

Cansada da vida.

ENQUETE

Eu tenho muitas opções e isto é um problema terrível. Me ajudem

1) O que comprar?

a) O novo CD do Travis (Maria Clara, essa alternativa não vale pra você);
b) O CD + DVD da Maria Rita, junto com uma da Rita Lee;
c) O X & Y do Coldplay;
d) Uma box com 4 DVS's do Scorsese;
c) A primeira temporada dos Simpsons;
e) Muitos filmes brasileiros para incrementar minha coleção;
f) 3 dos 6 Harry Potter (em inglês);
g) Um disco de karaokê?

Me ajuuuuuuuuuuuuuuuuuuudem!!!!!!!!!! I can't do this by myselffff!!! ;~

sexta-feira, 4 de maio de 2007

:D

Nando Reis here we go.

Partiu ser feliz solteira. ;P

quinta-feira, 3 de maio de 2007

ODEIO TÍTULOS

Por que o professor de Projeto e Editoração Gráfica não gosta de apitaço? Poxa, eu acho tão legal. Mas faltaram os confetes e a serpentina. Na minha opinião, se deu resultado, não precisa exposição. Mas mesmo assim faltaram os confetes e a serpentina. Só tinha apito. Tá, eu prefiro panelas (só para esse fim mesmo). Elas fazem mais zuada e são [bem] mais intimidadoras.

O professor de Projeto e Editoração Gráfica deveria fazer vestibular pra alguma coisa de novo, não? Ele adora movimento estudantil, políticas ameaçadoras. Acho que ele é do PSTU e não quer é dizer. Tudo bem. A gente o aguenta mais um pouco. Mesmo com o pigarro, o cigarro e o terror que ele faz com todos nós. 'SÓ 12 ALUNOS NA SALA?! DO-ZE ALUNOS?' Infelizmente no dia que só foram 3 eu não estava. Fui uma das faltosas. Mas na aula seguinte, ainda assim, pude apreciar o barraco. Além de tudo é barraqueiro. Perfeito, não?

Descobri que preciso ler mais. Então estou indo ali, ler Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley que, quando criança, era menino prodígio! Acreditem se quiser.

domingo, 29 de abril de 2007

SICK

Eu sou a mais deprimida das pessoas. Domingo à noite, ninguém no msn, namorado vendo jogo, amiga no cinema (!), sem coments no post passado e eu aqui, com essa conexão mega %$#$%&¨* que, graças a não sei o que, me deixou atualizar o blog agora.

Mas meus amigos estão todos vindo comer feijoada. TO-DOS!!! Agora já não sou mais tão deprimida. ;D Morram de inveja!!! (quem mesmo?)

sábado, 28 de abril de 2007

SOBRE TODAS AS COISAS

É bonito quando se vê a felicidade em coisas mínimas. Mesmo tendo um trabalho enorme pra fazer, acordar cedo todos os dias, fazer milhões de coisas, andar de ônibus sempre e morando longe como moro, é quando chega o sábado que eu vejo a importância disso tudo na minha vida. A rotina transforma coisas que normalmente seriam casuais, uma saída entre amigos, em coisas muito significantes. Não é só sair, chegar, comer e ir embora. É sair, chegar, conversar, brincar, comer, encher (a barriga e o saco alheio) e voltar. Na volta rir, brincar, rir de novo, chorar de rir e perceber que uma situação daquelas só acontece uma vez a cada dez anos.

Nisso eu vejo o quanto precisava de amigos novos, porque os velhos (alguns) já só me traziam mágoas. Com os novos as mágoas passaram e eu descobri que guardava tudo pra mim porque não tinha outra fonte pra substituir o carinho das pessoas que, de certa forma, foram embora da minha vida. Então agora eu posso dizer com plena certeza que tudo passa, e o que vale é aproveitar. Acontece que cair na real antes de acontecer, comigo, não funciona. Aproveito o máximo, amo, brinco, quero viver aqui pra sempre. Mas as pessoas têm suas vidas, elas têm que seguir. Eu mesma tenho planos, que se derem certo, terei de largar tudo, inclusive as amizades. Mas eu continuo insistindo que a amizade em mim não é volátil. Eu posso passar anos sem ver algum amigo, mas sou capaz de recebê-lo com o mesmo abraço caloroso de anos antes. É tudo uma questão de sentimentos. Nas outras pessoas eles costumam mudar, em mim não. Não sei dizer se chega a ser bom ou ruim. Mas o que quero, de novo, é que isso não acabe, e se tiver de acabar, que demore muito, ainda.

Pela primeira vez na vida estou tendo uma sensação de solidificação. Talvez ela seja enganosa, mas enquanto ela existir em mim, aproveitarei. E que ninguém ouse desfazer isso.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

EXPLICAÇÕES

Eu só queria ressaltar que não estou postando ultimamente porque passo o dia fora, e quando eu chego em casa MEU COMPUTADOR NÃO ACESSA MEU BLOG nem o Fotolog (revelação bombástica, hein? Mas ainda não sucumbi ao orkut. hehehe) Então na casa do Ennio, depois do almoço e a 5 minutos de ir pra Universidade, eu não tenho boas idéias... drogas! Eu poderia postar uma foto aqui, né? Mas aí eu ficaria pensando "pra que serve o Fotolog?" Então eu não posto aqui, ok? E nem lá...
Ai que crise.
:O

domingo, 22 de abril de 2007

TRÈS BIEN



- Merci beaucoup!

-De rien!

C'est un bon commencement... ;)

sábado, 21 de abril de 2007

PARA O BLOG II: COMO VAI A VIDA

A minha vai bem, obrigada. Pensei que seria mais "hard" estagiar e levar a frente 7 disciplinas. Tá, eu tranquei uma... mais pelo horário que qualquer outra coisa. Não rola assistir aula até 21:30 e depois voltar de ônibus pra casa. Tenho o apoio muito importante da casa do Ennio, que me possibilita tomar banho, almoçar e ainda tirar um cochilo despois do almoço. A vida poderia ser mais difícil, é verdade; mas também poderia ser mais fácil! hehehe

Hoje, enquanto esperava o ônibus, observei as pessoas (mulheres) do serviço público aqui em Teresina. Elas têm um biotipo (na minha mente) e não existem exceções. São de porte médio, tanto na altura quanto na largura, geralmente usam sandálias plataforma e calças num estilo meio social, coisa e tal. Usam jóias (muitas delas, principalmente anéis e pulseiras) mas andam de ônibus. Mas, talvez, o ponto mais comum entre todas seja: atendem mal!

Agora, saindo de Teresina... o seviço público brasileiro parece mais um favor de pessoas mal educadas do que emprego de pessoas necessitadas.

Isto me acompanha desde o dia em que precisei registrar um B.O. por ter batido o carro. Estava engasgada com a falta de educação com a qual eu e meu pai fomos tratados na delegacia central daqui de Teresina ( e foi até homem ). Nós não pedimos favor e não temos culpa da sua deficiência em nos fornecer informações mas, mesmo assim, o velho gritou, berrou e, quando descobriu que estava errado, tentou achar concordância em... mim e no meu pai!!! Tá, eu não fui tão lady quanto o meu pai foi gentleman. Às vezes é difícil deixar passar mas, na maioria delas, eu tento. Um dia eu coloco o diálogo ocorrido naquela situação. Mas fica registrado aqui:

Não importa quão ruim seja teu emprego. Tratando as pessoas bem, estarás fazendo um bem a ti mesmo.

De resto só planos, sonhos e muito trabalho pela frente! ;)

sábado, 14 de abril de 2007

O TEMPLATE

Ahh... gostei desse estilo tudo-alinhado-à-direita.
Vocês não?
Então tá!

quinta-feira, 12 de abril de 2007

PARA O BLOG

Ele junta saliva no canto da boca e tem um olhar meio psicopata. As roupas são normais, posso assim dizer. Mas faz uma cara de bobão e gesticula compulsivamente. Ah, os gestos... ao mesmo tempo em que expressam a empolgação por profundo conhecimento em certo assunto, expressam também insegurança. A risada é curta e estridente, confirmando toda a psicopatia inerente ao ser. Enxerga bem, de perto, e muito mal, de longe; e isso provoca um movimento tira-e-bota (!) óculos que quase chega a me irritar, de tão insistente. É um misto de brutalidade e falta de educação com bom humor e amizade. É um simulacro, SIMULACRO, SI-MU-LA-CRO!!! Uma tal de falta de juízo.

Eu acredito na falta de juízo!

domingo, 8 de abril de 2007

A CRISE EXISTENCIAL E O NOME DO BLOG

Eu sei, eu sei. Tenho problemas com nomes de blogs. :( Decidi por este e me abstenho de explicações, ok? hehehe

*Ai que post pequeno!

quinta-feira, 5 de abril de 2007

IRREVERSÍVEL

Já registramos o B.O na delegacia central (transtorno que poderia ter sido perfeitamente evitado se o tivéssemos feito ontem) e agora aguardamos contato do seguro pra sabe como tudo fica. Fui trabalhar de ônibus e tive que caminhar 10 quarteirões (pra ir). Good! Minha semana já começou bem.

Ele está na oficina, esperando uma liberação do seguro. Alguns amassados na lataria, uma lanterna quebrada, e muito tempo de espera pros seus donos ele proporcionará. Quando foi ligado, ele respondeu com um barulho estranho, e acharam por bem desligá-lo e empurrar mesmo. Simples, saiu no empurrão, mas não veio pra casa, e sim a uma oficina.

Depois de mil anos de espera, a perícia chegou. Um dos policiais tinha um jeito estranho, que me pareceu muito com jeito de pessoas que aceitam propina, e que acham um saco estar trabalhando num domingo às 20h. Mas enfim, foi contra a minha vontade que chamaram a perícia. Por mim teríamos ido registrar B.O no centro mesmo, já que a polícia civil está em greve (droga... logo nesse fim de semana!).

Fomos bem recebidos na casa da dona do carro ‘vítima’, até suquinho de caju nos trouxeram. Disponibilizaram também o telefone, já que o belo do seguro não aceitou minhas ligações de celular. NÃO ERA A COBRAR. EU TINHA CRÉDITOS! Mas meu pai quebrou um galho e ficou me instruindo por telefone mesmo, já que não tem outro carro na minha residência. Quando saímos dele, ainda não sabíamos o que tinha acontecido de fato.

Estava chovendo, o vidro embaçado e o barulho foi ensurdecedor (junto com o susto, que não só me ensurdeceu como me cegou). Ficamos ali mesmo, na rua, na chuva (mas não numa casinha de sapê! Hauahuah), esperando que o dono do outro carro aparecesse do nada, já que não tinha bar nem nada com movimento em pleno domingo à noite por perto do que chamaremos de pequeno imprevisto. Descobrimos 5 minutos depois que o carro era de alguém que trabalhava na clínica que estávamos na porta e que, coincidentemente (ou não), mora do lado do local de trabalho.

Andando alegremente numa avenida da Teresina, no domingo, às 20 da noite, sem enxergar absolutamente nada através do vidro do carro, me deparo com algum obstáculo duro o suficiente pra me fazer socar o vidro com o dedo indicador, o Ennio quebrá-lo com a cabeça e o Rafael sair com algumas escoriações. Foi assim que terminou meu fim de semana que antecedia minha viagem a Fortaleza na tarde desta quarta-feira.


Sim, eu bati o carro!

sábado, 31 de março de 2007

MUSIQUINHA

Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício, ossos do oficio
Pagar pra ver o invisível e depois enxergar
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma
fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor
De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado

O velho texto batido dos amantes mal amados, dos
amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida

E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma
fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor
De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado

O velho texto batido dos amantes mal amados, dos
amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida

E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena



Música cheia de sentimento... assim como eu!


[sentimentos diferentes]


só pra quebrar o ciclo de 18 posts por mês.

:*

quinta-feira, 29 de março de 2007

AH COMO EU QUERIA...

Como eu queria conversar com alguém hoje. Contar como foi meu primeiro dia de trabalho e a quantas andam minhas expectativas com a vida; o quanto eu tenho conversado sozinha em inglês; o quanto eu ando frustrada com o fato de não ter lido 3 livros nas férias. Queria dizer também, que nem estou mais tão animada com a viagem, que a única coisa que me impulsiona pra lá é ver o Lucas (e talvez comprar roupas). Falar também que quero ficar em casa, isso mesmo, ficar em casa. Assistir um filme, ler um capítulo, parágrafo, linha, letra do livro que estou lendo, ou só ficar deitada na cama... pensando... Pensando em como será daqui pra frente, em quanta coisa eu vou ter que estudar, em quanto tempo eu terei que arrumar. Pensando em trancar a disciplina do 6º período, e pensando que não faço tanta questão de terminar a faculdade o mais cedo possível. Acredito que ainda tem muitas coisas que quero fazer por lá.

Queria dizer também, que os dias de chuva são os que mais me confortam, e nos quais eu mais estou só. Não sei se tem algo de cabalístico nisso, mas é fato. E quanto mais estou só, mais tenho vontade de ficar. Estranho, eu sei, mas é assim. Penso, também, que não faço questão de me mudar daqui (dessa casa). Sem pitadas de saudosismo na frase anterior, mas eu simplesmente não vejo motivos. Meu quarto me acolhe da maneira mais calorosa possível (mesmo nos dias de frio) e deve ser exatamente por isso que, quando mudo as coisas de lugar, não sinto mais vontade de sair de dentro dele. Essa é a real mudança pra mim. Poder mudar as coisas de lugar em vez de eu mesma TER que mudar de lugar. Enquanto eu puder estar mudando essas coisas, acho que estarei bem (mas ainda penso em morar fora). Falando em morar fora, o intercâmbio se torna dispensável. Claro que se surgisse a oportunidade, jamais recusaria. Mas, simplesmente, digamos... não está nos meus planos.

Penso que preciso ter mais objetivos. Preciso me centrar mais em certas coisas e deixar outras meio de lado (como tem acontecido um pouco ultimamente). Ah, eu queria alguém que me escutasse falando o quanto o cara que chega pedindo 25 centavos é grosso e o quanto a senhora na parada de ônibus precisa de ajuda. Queria passar hooooras falando no quanto meu dia foi legal pelo simples fato de ter sido cheio, de eu ter feito tudo o que planejei pra hoje (e ainda deu tempo tirar a sesta). Queria idealizar coisas completamente improváveis, só porque eu sou assim... idealizadora de improbabilidades. Sou eu! Se é difícil viver na realidade, vamos viver mentalmente... and this never hurts me.

Sofro porque meus amigos vão embora da minha cidade e, posteriormente, da minha vida. e como isso é um saco! E lá vai mais um. ¬¬

Imagino o quanto seria bom ir novamente ao cinema, e juntar pessoas, que a improbabilidade impediria, num dia comum. Mas como eu sou idealizadora de improbabilidades, aconteceu. (Não sei se isso ficou claro). E um dia eu escrevo um texto que comece com: "Ela tem os pés fincados no chão... e nas mãos, sempre um refúgio!" Sobre a comediazinha romântica com o Hugh Grant (que sempre vive os mesmos papéis e já foi pego dentro de um carro... pois é!) e a minha dificuldade de acreditar em amores repentinos. Tudo bem, eles me servem para dar (boas) risadas em ótima companhia. E pra eu ver o quanto pode ser engraçado uma pessoa ser estabanada... just like me.

Eu já disse a alguém que minha música preferida do momento é Rocky Racoon? E que ela tem que vir exatamente depois de Please Please Me e Rockin' Aroud The Christmas Tree? Já disse também que eu adoro ler o diário do Alan Pierre? Talvez eu me indentifique com ele, na essência. O fato de querer vender o carro, alugar um apartamente e comprar livros... o desapego também é parte de mim. Claro que eu não li metade dos livros que ele já leu (sendo apenas 1 ano mais velho), e tampouco, os escassos livros que li, tem tanta profundidade quanto os que ele leu. Eu já falei que a voz da Maria Rita exerce um poder quase sobrenatural sobre a minha emoção, os meus sentimentos? Que eu adoro ouví-la cantar A Festa, Cara Valente, Mal Intento (!!)? que eu gosto até da bagunça musical que é CocoRosie? Que eu já enjoei Los Hermanos e que Coldplay me lembra Brasília e sempre me dá vontade de ir embora? Não né? :

E é isso. Esse post foi mais um desabafo que deveria ter ido para o meu private blog, mas eu realmente precisava dividir essas coisas com alguém. Mesmo que esse alguém não esteja aqui e nem vá me ligar pra eu falar dessas amenidades, mas 'at least' eu não preciso submeter alguém ao que eu gosto. Afinal, só lê quem quer, não é mesmo pessoal?


See you later!


;*